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Aquecimento para Mudança! Em encontro de peso, o Projeto Jovens Empreendedores Primeiros Passos – JEPP foi apresentado!

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Nessa quarta-feira (24), em reunião com grandes nomes da Gestão Municipal de Palmas e o SEBRAE/TO o Projeto “JEPP” – Jovens Empreendedores Primeiros Passo foi apresentado e discutido.

O Secretário de Educação do Município de Palmas (SEMED),Fábio Barbosa Chaves, recepcionou o Diretor Técnico do SEBRAE, Rogério Ramos, acompanhado pelo Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade, Bruno Vieira,  o Gerente da Regional Metropolitana, Amaggeldo Barbosa e a Analista Técnica, Myrlla Parente para apresentação do mais novo projeto de desenvolvimento empreendedor de Palmas, o Jovens Empreendedores Primeiros Passo (JEPP).

Com a parceria da Educação o projeto busca atuar de forma a transformar o Jovem, incentivando a quebrar paradigmas e desenvolver habilidades relacionadas aos comportamentos empreendedores, orientando a busca de autoconhecimento e aprimoramento de novas ideias, além do espírito de coletividade.

Em forma de curso, o SEBRAE/TO pretende que, ao despertar nos Jovens o interesse empreendedor, conseguiremos alavancar a cultura empreendedora, por consequência, o aumento de todos os atributos e atitudes essenciais para a auto gestão da própria vida.

O curso procura apresentar práticas de aprendizagem, considerando a autonomia do aluno para aprender.

Essa visão vai ao encontro dos quatro pilares da educação propostos pela Unesco:
• Aprender a conhecer, isto é, adquirir instrumentos.
• Aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente.
• Aprender a viver juntos, a fim de participar e colaborar com os outros em todas as atividades humanas.
• Aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes.

O Curso JEPP incluído ao ambiente de aprendizagem, terá sua eficácia favorecida, pois dessa forma, o envolvimento dos jovens estudantes no próprio ato de fazer, pensar e aprender, características base dos comportamentos empreendedores, serão extensamente desenvolvidos.

A proposta pedagógica do JEPP e a inserção em cada ano do ensino fundamental, preparando a base para a construção empreendedora, por meio de atividades lúdicas, o ambiente da aprendizagem sensibiliza os estudantes a assumirem riscos calculados, a tomarem decisões, além de desenvolverem um olhar observador identificar as oportunidades de inovação.

O funcionamento do projeto, começa capacitando a formação de professores na metodologia, para que com as novas ferramentas, eles fiquem aptos a aplicarem o curso aos alunos.

O JEPP é composto por nove cursos:

1º ano do ensino fundamental: O mundo das ervas aromáticas
• Duração: 26 horas de aplicação com os estudantes.

2º ano do ensino fundamental: Temperos naturais
• Duração: 24 horas de aplicação com os estudantes.

3º ano do ensino fundamental: Oficina de brinquedos ecológicos
• Duração: 26 horas de aplicação com os estudantes.

4º ano do ensino fundamental: Locadora de produtos
• Duração: 22 horas de aplicação com os estudantes.

5º ano do ensino fundamental: Sabores de cores
• Duração: 22 horas de aplicação com os estudantes.

6º ano do ensino fundamental: Ecopapelaria
• Duração: 30 horas de aplicação com os estudantes.

7º ano do ensino fundamental: Artesanato sustentável
• Duração: 30 horas de aplicação com os estudantes.

8º ano do ensino fundamental: Empreendedorismo social
• Duração: 30 horas de aplicação com os estudantes.

9º ano do ensino fundamental: Novas ideias, grandes negócios
• Duração: 30 horas de aplicação com os estudantes.

 

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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios

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O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.

A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.

Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.

Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.

A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.

A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.

Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.

Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.

O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.

No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.

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