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Imunização segue disponível nas Unidades de Saúde da Família, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas

Prefeitura de Palmas aplica mais de três mil doses de vacinas em um único dia

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A CAPITAL

Foto: Francisco Barros

A população da Capital atendeu ao chamado da Prefeitura de Palmas e compareceu em peso ao Dia D de Vacinação do projeto Missão Imunizar, realizada no último sábado, 2. Como resultado, a Secretaria Municipal da Saúde (Semus) atendeu 2.225 pessoas e aplicou 3.480 doses de vacinas, com destaque para os imunizantes contra o sarampo: 757 doses, sendo 485 da tríplice viral, 175 da dupla viral (dose zero), 97 da tetraviral.

A secretária da Semus, Dhieine Caminski, comemorou o resultado da ação. “Foi um dia muito importante para reforçar a proteção da nossa população, especialmente das crianças pequenas, que estão mais vulneráveis ao sarampo. A adesão ao Dia D mostra que as pessoas estão cada vez mais conscientes da importância da vacinação. Agradeço o empenho de toda a equipe da saúde, que fez um trabalho excelente”, destacou.

Além da vacinação contra o sarampo, também foram ofertadas doses de rotina e de campanhas, como contra poliomielite, hepatite, influenza e covid-19. A ação aconteceu em todas as 34 Unidades de Saúde da Família (USFs), no Parque Cesamar e em unidades móveis que percorreram bairros com baixa cobertura vacinal.

A vacinação continua nas USFs, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. Para ter acesso, basta apresentar a caderneta de vacinação, documento pessoal e/ou cartão SUS, para avaliação e atualização. O objetivo é alcançar coberturas mais altas e reduzir o risco de reintrodução de doenças já eliminadas, como o sarampo, que voltou a registrar casos em vários estados brasileiros.

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A CAPITAL

Instabilidade no sistema financeiro reforça interesse por investimentos ancorados na economia do Tocantins

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A sucessão de episódios recentes de instabilidade envolvendo instituições financeiras no cenário nacional reacendeu o debate sobre confiança, transparência e segurança no mercado. Casos amplamente divulgados, como os do Banco Master e do Will Bank, além de investigações e dados pouco claros em grandes centros financeiros, ampliaram a cautela de investidores em todo o País, movimento que também repercute na Região Norte.

Nesse contexto, o Tocantins tem se destacado como um ambiente de oportunidades ancoradas na economia real. O estado reúne características que favorecem investimentos mais previsíveis, como operações financeiras menos complexas, empresas com atuação local consolidada e setores com forte capacidade de geração de caixa, a exemplo do agronegócio, do turismo e de negócios regionais estruturados, com liquidez consistente.

De acordo com Lucas Ferreira, especialista em mercadologia e investimentos, o atual cenário exige um olhar mais criterioso por parte dos investidores, especialmente fora dos grandes centros financeiros.

“O mercado passa por um período de maior seletividade. No Tocantins e na Região Norte, existem empresas sólidas, bem estruturadas e com histórico confiável, que operam com instrumentos de renda fixa, como debêntures, oferecendo segurança e rentabilidade em um momento de maior instabilidade. O desafio é identificar essas oportunidades, e isso depende diretamente de informação qualificada e suporte técnico adequado”, afirma.

O especialista destaca que o mercado financeiro já atravessou ciclos semelhantes em outras décadas, como a bolha das empresas de tecnologia nos anos 2000 e a crise do subprime. No Brasil, esses períodos também foram marcados por episódios de desconfiança generalizada, crise cambial e instabilidade no setor energético, com impactos diretos sobre investimentos e consumo.

“Esses ciclos deixaram lições importantes. Sempre que há falta de clareza, excesso de alavancagem e fragilidade na gestão de riscos, o impacto recai sobre o investidor. Hoje, o mercado está mais atento, especialmente em regiões que valorizam relações mais próximas e modelos de negócio mais transparentes”, avalia Ferreira.

Para especialistas, a próxima década tende a impor critérios ainda mais rigorosos, com maior exigência por governança, transparência e responsabilidade na condução dos negócios, cenário que favorece economias regionais bem estruturadas, como a do Tocantins.

Diante disso, a recomendação é que investidores avaliem cuidadosamente o histórico das instituições, compreendam os riscos envolvidos, evitem decisões impulsivas e busquem informação de qualidade antes de qualquer movimento financeiro.
“Quem aprende com as crises atravessa os próximos ciclos com mais segurança. No Tocantins, investir com base na economia real e em empresas locais sólidas tem se mostrado uma estratégia cada vez mais consistente”, conclui.

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