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Francisco Costa Representa o CFA no Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas
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Na manhã desta terça-feira (26), o Administrador tocantinense Francisco Costa, conhecido como Xikym, representou o Conselho Federal de Administração (CFA) no Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas (Conselhão). O evento ocorreu na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em Brasília e reuniu representantes de diversas autarquias profissionais para discutir questões cruciais para a atuação das profissões regulamentadas no Brasil.
O encontro teve como principal objetivo debater temas relevantes para a regulamentação e fiscalização das profissões no país. Entre os tópicos discutidos, destacaram-se a defesa das profissões regulamentadas contra ameaças legislativas e a promoção de uma gestão pública eficiente e qualificada.
Francisco Costa, que recentemente assumiu a Diretoria de Administração e Finanças do CFA, destacou a importância de eventos como este para fortalecer a atuação dos profissionais de administração e outras áreas regulamentadas. “É fundamental que nos unamos para defender nossas profissões e garantir que continuem a ser valorizadas e respeitadas”, afirmou Xikym.
O Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas reafirmou seu compromisso em defender as profissões regulamentadas e promover uma gestão pública de qualidade. A participação de Francisco Costa e outros representantes do CFA foi essencial para fortalecer essa luta e garantir que as profissões regulamentadas continuem a desempenhar um papel crucial no desenvolvimento do Brasil.
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Justiça nega liminar contra pesquisa da Lucro Ativo e mantém divulgação de levantamento eleitoral
A Justiça Eleitoral do Tocantins negou o pedido de tutela de urgência apresentado pela Federação PSDB/Cidadania para impedir a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o nº TO-00437/2026, realizada pela Lucro Ativo Ltda. A decisão, assinada pelo juiz auxiliar Roniclay Alves de Morais, concluiu que não estavam presentes os requisitos legais para suspender a publicação do levantamento, preservando o direito de divulgação da pesquisa.
A ação foi protocolada antes mesmo da publicação dos resultados, numa tentativa de impedir que os dados chegassem ao conhecimento da população. O PSDB alegou supostas inconsistências na metodologia, especialmente em relação à origem dos dados utilizados para compor os estratos de escolaridade da amostra.
No entanto, ao analisar a defesa apresentada pela Lucro Ativo, o magistrado verificou que os percentuais questionados eram plenamente auditáveis e correspondiam aos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), referentes ao perfil do eleitorado de maio de 2026. A decisão também reconhece que os dados do IBGE foram utilizados para outras variáveis da pesquisa, como renda domiciliar e seleção probabilística das localidades, afastando a principal tese apresentada pela representação.
Em sua fundamentação, o juiz destacou que, em análise preliminar, não ficou demonstrada a plausibilidade do direito alegado pela autora da ação. Pelo contrário, concluiu que a metodologia permitia a reprodução objetiva dos percentuais registrados, motivo pelo qual indeferiu o pedido de suspensão da divulgação da pesquisa.
Judicialização das pesquisas
O episódio reacende o debate sobre a crescente judicialização das pesquisas eleitorais. Em vez de contestar os números no campo político, partidos têm recorrido cada vez mais ao Judiciário para tentar impedir a divulgação de levantamentos que lhes sejam desfavoráveis.
A decisão deixa claro que a simples existência de questionamentos não é suficiente para impedir a circulação de informações de interesse público. Para a Justiça Eleitoral, medidas dessa natureza exigem demonstração concreta de irregularidades capazes de comprometer a confiabilidade do levantamento, o que, neste caso, não foi identificado na análise inicial do processo.
Também chama atenção o fato de a tentativa de impedir a divulgação ter ocorrido antes mesmo da publicação dos resultados da pesquisa, evidenciando uma estratégia voltada a impedir que o eleitor tivesse acesso aos dados.
Transparência e direito à informação
Pesquisas eleitorais registradas seguem regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral e possuem mecanismos de fiscalização justamente para garantir transparência e permitir auditoria por qualquer interessado.
Na decisão, o magistrado ressaltou que os percentuais impugnados puderam ser reproduzidos objetivamente a partir da base pública do TSE, afastando a alegação de ausência de fonte verificável.
Embora o processo ainda tenha seguimento para análise do mérito, a negativa da liminar representa uma vitória importante para a divulgação da pesquisa e reforça o entendimento de que medidas restritivas contra informações de interesse público devem ser adotadas apenas diante de provas robustas de irregularidade.
Em tempos de intensa disputa política, o livre acesso à informação e o respeito às regras que disciplinam as pesquisas eleitorais permanecem como elementos essenciais para que o eleitor possa formar sua opinião com base em dados públicos, transparentes e sujeitos ao controle da própria Justiça Eleitoral.
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