ADMINISTRAÇÃO
TCE mobiliza instituições sobre o cuidado com a primeira infância
ADMINISTRAÇÃO
No fim da manhã desta quinta-feira, 16, o presidente do Tribunal de Contas do Tocantins (TCE/TO), conselheiro André Luiz de Matos Gonçalves, realizou visita institucional à presidente do Tribunal de Justiça (TJTO), desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe. Em pauta, as inciativas que a Corte de Contas tocantinense está desenvolvendo com foco na primeira infância (zero a seis anos), considerada a principal fase do desenvolvimento do ser humano.
Durante a reunião, a coordenadora de auditorias especiais do TCE/TO, Lígia Rocha Braga, falou sobre os resultados de fiscalizações recentes realizadas na área da educação. “Observamos problemas com relação à qualidade da água, merenda escolar de baixa qualidade e estruturas danificadas”, comentou ao completar que é preciso dar a atenção especial às crianças nessa idade e isso vem desde a gestação. “Investir agora significa desenvolvimento econômico no futuro”, concluiu.
A assessora especial de gabinete de conselheiro, Paula Balbio, apresentou alguns dados do conjunto de indicadores sociais que estampa o livro “A Primeira Infância e os Tribunais de Contas”. As informações, publicadas pelo Instituto Rui Barbosa (IRB), trazem um raio x da situação no país e serão apresentadas aos gestores no dia 4 de maio, data do evento de assinatura do Pacto Tocantinense pela Primeira Infância. No encontro, os prefeitos também receberão orientações com o objetivo de incentivar ações efetivas para a primeira infância nos 139 municípios tocantinenses.
O presidente do TCE/TO convidou oficialmente a desembargadora Etelvina para estar presente no evento, informando que o cuidado com a saúde e educação das crianças de zero a seis anos é uma das prioridades da gestão. “Os municípios vão receber esses indicadores, tomar conhecimento dessa realidade. Contamos com o apoio do Tribunal de Justiça para que possamos unir todos os poderes na assinatura desse pacto”, complementou. “Pode contar com o poder judiciário. Chamar atenção para o cuidado com a primeira infância é essencial e abraçamos essa causa com muito empenho”, enfatizou a desembargadora.
Além dos presidentes dos tribunais de Contas e de Justiça e das servidoras do TCE, participaram da reunião os juízes auxiliares da presidência do TJ, Rosa Maria Gazire Rossi e Roniclay Alves e o chefe de gabinete da presidência da Corte de Contas, David Torres.
Fonte: TCE – TO
A CAPITAL
O jogo é mais parecido do que parece. Copa do Mundo e Empreendedorismo
Se tem um evento que para o planeta, é a Copa do Mundo. Desde 1930, quando tudo começou no Uruguai, seleções de diferentes culturas, estilos e histórias entram em campo em busca de um único objetivo: levantar a taça. Ao longo das décadas, a competição evoluiu, ganhou tecnologia, novas estratégias e virou um verdadeiro espetáculo global — não só de futebol, mas de planejamento, talento e superação.
Agora me diga: isso não parece muito com o mundo do empreendedorismo? Pois é, pode até parecer uma comparação inusitada, mas a verdade é que a Copa do Mundo e o empreendedorismo jogam no mesmo campo quando o assunto é estratégia, preparação e resultado.
Nenhuma seleção chega à Copa só com “vontade”, tirando as seleções anfitriãs. Existe um trabalho pesado antes: análise de adversários, definição de tática, escolha dos melhores jogadores e muito treino.
No empreendedorismo é igual. Antes de abrir ou crescer um negócio, o empreendedor precisa entender o mercado, conhecer seu cliente, estudar concorrência e montar um plano. Quem entra no jogo sem preparo, normalmente volta para a casa mais cedo, tanto na Copa quanto no mercado.
Na Copa, não adianta ter só um craque. Se o time não joga junto, não vai longe. No empreendedorismo, aquele mito do “empreendedor solitário” não se sustenta. Negócio de verdade precisa de equipe: gente que complementa, que executa, que pensa diferente. O sucesso não é individual, é coletivo.
Você já viu seleção considerada “mais fraca” derrotar gigante? Isso acontece direto na Copa.
Por quê? Estratégia.
No empreendedorismo, acontece o mesmo. Pequenas empresas conseguem disputar com grandes quando sabem se posicionar, inovar e se conectar com o cliente. Nem sempre vence quem tem mais recurso, muitas vezes vence quem pensa melhor. Durante o jogo, tudo pode mudar, uma lesão, um gol inesperado, uma expulsão e o jogo vira. No mercado, também. Mudança de comportamento do consumidor, crise, tecnologia nova, tudo pode alterar o rumo do negócio. O empreendedor que se adapta rápido continua jogando. Quem insiste no mesmo plano, corre o risco de ficar pelo caminho.
Quantas finais já foram decididas nos últimos minutos? Ou nos pênaltis?
Empreender é isso também: insistir quando parece que não vai dar, ajustar quando erra, levantar quando cai. Não é sobre nunca falhar, é sobre continuar jogando.
A Copa do Mundo é muito mais do que futebol. É uma aula prática de estratégia, gestão e trabalho em equipe. E o empreendedorismo bebe dessa mesma fonte. Então, da próxima vez que você estiver assistindo um jogo, pense além da bola rolando. Observe as decisões, o comportamento dos jogadores, a postura do time, pois ali tem muito aprendizado que pode ser levado direto para o seu negócio.
Porque no empreendedorismo, assim como na Copa, não ganha só quem joga bem, mas também ganha quem joga certo.
________________________________________
Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP
-
A CAPITAL20 horas atrásPesquisa da Lucro Ativo aponta liderança de Dorinha na disputa pelo Governo, consolidação de Eduardo Gomes e avanço de Gaguim na modalidade estimulada.
-
A CAPITAL18 horas atrásJustiça nega liminar contra pesquisa da Lucro Ativo e mantém divulgação de levantamento eleitoral
-
COLUNA6 dias atrásJustiça mantém decisão que reconheceu a ilegalidade da anulação da eleição de diretores escolares em Palmas