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Economia influi muito no voto de 53%; maioria diz que situação piorou

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Pesquisa mostra justificativas para mau desempenho de Bolsonaro nas pesquisas
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Pesquisa mostra justificativas para mau desempenho de Bolsonaro nas pesquisas

Mais da metade (53%) dos brasileiros afirmam que a situação econômica está tendo “muita influência” na sua decisão de voto para as eleições deste ano, revela a última pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (29) pelo jornal Folha de S. Paulo.

Além dos 53%, outros 24% afirmam que a questão econômica tem “um pouco de influência” na escolha de voto, totalizando 77% que consideram o assunto relevante. 21% não veem influência alguma.

O Datafolha também mostra que subiu de 46% (dado de março) para 52% (dado da última pesquisa) o percentual de eleitores que consideram que a situação econômica pessoal piorou nos últimos meses.

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A piora na percepção da condição pessoal atrelada à grande importância que os eleitores dão para a economia podem explicar o fraco desempenho de Jair Bolsonaro nas pesquisas eleitorais.

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Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Lula venceria a disputa no primeiro turno com 54% dos votos válidos, contra 30% de Bolsonaro, também de acordo com o Datafolha.

Em abril, a  inflação brasileira subiu 1,06%, pior resultado para o mês de abril desde 1996. Em 12 meses, o índice acumula alta de 12,13%. Se a inflação aumentar ainda mais, 32% dos eleitores de Bolsonaro dizem que podem mudar seu voto, contra 23% de Lula.

A pesquisa Datafolha ouviu 2.556 pessoas acima de 16 anos entre os dias 25 e 26 de maio. O estudo tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Governo confirma Paes de Andrade para a presidência da Petrobras

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Caio Paes de Andrade, indicado para presidente da Petrobras
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Caio Paes de Andrade, indicado para presidente da Petrobras

O governo indicou nesta quinta-feira (9) os novos nomes para o Conselho de Administração da Petrobras, após o presidente Jair Bolsonaro demitir o atual presidente da empresa, José Mauro Coelho, e indicar para o seu lugar Caio Paes de Andrade. A troca foi anunciada cerca de um mês depois de Coelho assumir o cargo e foi motivada pela alta nos preços dos combustíveis.

Praticamente todas as vagas do Conselho que são de indicação do governo serão trocadas. As mudanças ocorrem após Bolsonaro decidir trocar o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e nomear para o seu lugar Adolfo Sachsida.

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Paes de Andrade e Sachsida foram secretários da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Já Coelho havia sido secretário de Albuquerque e escolhido por ele para dirigir a estatal.

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Para a presidência do Conselho da Petrobras, o governo indicou Gileno Gurjão Barreto, atual presidente do Serpro (estatal responsável pelo processamento de dados do governo e que está sob o guarda-chuva de Caio Paes de Andrade).

Também foram indicados para o conselho Ricardo Soriano de Alencar, procurador-geral da Fazenda Nacional e, portanto, mais um nome ligado a Paulo Guedes. Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, também foi indicado.

Iêda Cagni, atual presidente do conselho do Banco do Brasil e Edison Antonio Costa Britto Garcia, atual presidente do Conselho de Administração do Banco de Brasília completam a lista de indicações para o conselho da Petrobras juntamente com Caio Mario Paes de Andrade. Ser eleito para o conselho é um requisito para que ele possa assumir a presidência da estatal.

Na lista também estão Ruy Flaks Schneider e Márcio Andrade Weber. Os dois já fazem parte do atual Conselho da Petrobras.

As indicações ainda serão submetidas à votação da assembleia de acionistas da Petrobras, a ser marcada pelo conselho atual. O governo é acionista majoritário, e, por isso, não deve enfrentar resistências na aprovação desses nomes.

O conselho da Petrobras possui 11 integrantes. Atualmente, o governo detém 6 cadeiras. Outras quatro são ocupadas por eleitos por acionistas minoritários. Uma vaga é de um representante dos empregados da estatal.

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