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Governo confirma Paes de Andrade para a presidência da Petrobras

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Caio Paes de Andrade, indicado para presidente da Petrobras
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Caio Paes de Andrade, indicado para presidente da Petrobras

O governo indicou nesta quinta-feira (9) os novos nomes para o Conselho de Administração da Petrobras, após o presidente Jair Bolsonaro demitir o atual presidente da empresa, José Mauro Coelho, e indicar para o seu lugar Caio Paes de Andrade. A troca foi anunciada cerca de um mês depois de Coelho assumir o cargo e foi motivada pela alta nos preços dos combustíveis.

Praticamente todas as vagas do Conselho que são de indicação do governo serão trocadas. As mudanças ocorrem após Bolsonaro decidir trocar o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e nomear para o seu lugar Adolfo Sachsida.

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Paes de Andrade e Sachsida foram secretários da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Já Coelho havia sido secretário de Albuquerque e escolhido por ele para dirigir a estatal.

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Para a presidência do Conselho da Petrobras, o governo indicou Gileno Gurjão Barreto, atual presidente do Serpro (estatal responsável pelo processamento de dados do governo e que está sob o guarda-chuva de Caio Paes de Andrade).

Também foram indicados para o conselho Ricardo Soriano de Alencar, procurador-geral da Fazenda Nacional e, portanto, mais um nome ligado a Paulo Guedes. Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, também foi indicado.

Iêda Cagni, atual presidente do conselho do Banco do Brasil e Edison Antonio Costa Britto Garcia, atual presidente do Conselho de Administração do Banco de Brasília completam a lista de indicações para o conselho da Petrobras juntamente com Caio Mario Paes de Andrade. Ser eleito para o conselho é um requisito para que ele possa assumir a presidência da estatal.

Na lista também estão Ruy Flaks Schneider e Márcio Andrade Weber. Os dois já fazem parte do atual Conselho da Petrobras.

As indicações ainda serão submetidas à votação da assembleia de acionistas da Petrobras, a ser marcada pelo conselho atual. O governo é acionista majoritário, e, por isso, não deve enfrentar resistências na aprovação desses nomes.

O conselho da Petrobras possui 11 integrantes. Atualmente, o governo detém 6 cadeiras. Outras quatro são ocupadas por eleitos por acionistas minoritários. Uma vaga é de um representante dos empregados da estatal.

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Após fala de Guedes, servidores prometem mobilizações por reajuste

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Entidades dos servidores federais vão avançar mobilizações, apesar de Guedes 'enterrar' reajuste
Lorena Amaro

Entidades dos servidores federais vão avançar mobilizações, apesar de Guedes ‘enterrar’ reajuste

Entidades que representam servidores federais vão manter estado de greve e calendário de paralisações, mesmo diante da confirmação, pelo ministro da Economia Paulo Guedes, de que não será possível conceder reajuste ao funcionalismo. Se mudar de ideia, o governo tem até 30 de junho para aplicar o aumento, sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O sindicato dos funcionários do Banco Central (Sinal) reforçaram que vão continuar em greve, independentemente da fala de Guedes — os técnicos da área estão paralisados desde 1º de abril, e desde então tiveram apenas uma breve suspensão do movimento.

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“Não aceitamos, isso é um absurdo. A negociação com servidores é um direito. O governo federal já foi denunciado na OIT (Organização Internacional do Trabalho) justamente por atacar liberdade sindical. Vamos exigir a mesa de negociação”, destaca o presidente do Sinal, Fabio Faiad.

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Entre servidores de instituições de ensino, a expectativa é de recrudescimento das paralisações até o final do mês. No momento, docentes e técnicos de 12 institutos federais e de uma universidade, a Universidade Federal do Pará, estão em greve em defesa do reajuste salarial.

“Essas posições do governo vão e voltam. Primeiro, falaram em aumento só para policiais, depois, o aumento (linear) de 5%. O governo não tem norte, não tem projeto político. A gente sabe que pode ser mais um blefe, e isso significa que a gente tem que aumentar a pressão sobre o governo”, ressalta Luiz Henrique Blume, Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).

O prazo agora, no entanto, inviabilizaria a conclusão dos trâmites dentro do prazo legal, na avaliação de um representante dos servidores federais. O governo teria 21 dias para sancionar o reajuste.

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