Promovida pelo SESI, competição ocorre em três cidades: Araguaína, Gurupi e Palmas.
Jogos dos Trabalhador 2024 estão com inscrições abertas
A CAPITAL
O Serviço Social da Indústria (SESI) está promovendo mais uma edição dos Jogos dos Trabalhadores. Essa competição, em comemoração ao Dia do Trabalhador, ocorre em três cidades: Araguaína, Gurupi e Palmas.
As inscrições são gratuitas e estão abertas.
Nas três cidades haverá premiação em dinheiro para os times finalistas que se destacarem nos jogos, além de troféus e medalhas.
- Araguaína:
- Destaque para o Futebol Society categoria aberta.
- Inscrições gratuitas até 2 de maio.
- Horários de inscrição presencial no Centro de Atividades do Trabalhador (CAT).
- Jogos de 4 a 18 de maio, de segunda a sexta-feira das 19h às 22h, e aos sábados das 16h às 20h.
- Premiação total de R$ 5.000,00, com R$ 3.400,00 para o primeiro lugar e R$ 1.700,00 para o segundo.
- Congresso técnico obrigatório em 3 de maio, sexta-feira, às 20h.
- Gurupi:
- Diversidade de modalidades, incluindo Futebol Society Master 37+, Futebol Society Aberto e Vôlei (masculino, feminino e misto).
- Jogos no Sul do Estado nos dias 17, 18 e 19 / 24, 25 e 26 de maio.
- Premiação total de mais de R$ 7.000,00.
- Congresso técnico obrigatório em 13 de maio na Unidade do SESI em Gurupi.
- Palmas:
- Competição nos finais de semana dos dias 18 e 25 de maio.
- Destaque para o Futebol Society e Vôlei Misto.
- Inscrições até 13 de maio.
- Premiação total de mais de R$ 6.000,00 em dinheiro.
Além dos troféus e medalhas, os times finalistas também receberão premiação em dinheiro. Uma ótima oportunidade para os trabalhadores se integrarem e praticarem esportes!
A CAPITAL
Justiça nega liminar contra pesquisa da Lucro Ativo e mantém divulgação de levantamento eleitoral
A Justiça Eleitoral do Tocantins negou o pedido de tutela de urgência apresentado pela Federação PSDB/Cidadania para impedir a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o nº TO-00437/2026, realizada pela Lucro Ativo Ltda. A decisão, assinada pelo juiz auxiliar Roniclay Alves de Morais, concluiu que não estavam presentes os requisitos legais para suspender a publicação do levantamento, preservando o direito de divulgação da pesquisa.
A ação foi protocolada antes mesmo da publicação dos resultados, numa tentativa de impedir que os dados chegassem ao conhecimento da população. O PSDB alegou supostas inconsistências na metodologia, especialmente em relação à origem dos dados utilizados para compor os estratos de escolaridade da amostra.
No entanto, ao analisar a defesa apresentada pela Lucro Ativo, o magistrado verificou que os percentuais questionados eram plenamente auditáveis e correspondiam aos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), referentes ao perfil do eleitorado de maio de 2026. A decisão também reconhece que os dados do IBGE foram utilizados para outras variáveis da pesquisa, como renda domiciliar e seleção probabilística das localidades, afastando a principal tese apresentada pela representação.
Em sua fundamentação, o juiz destacou que, em análise preliminar, não ficou demonstrada a plausibilidade do direito alegado pela autora da ação. Pelo contrário, concluiu que a metodologia permitia a reprodução objetiva dos percentuais registrados, motivo pelo qual indeferiu o pedido de suspensão da divulgação da pesquisa.
Judicialização das pesquisas
O episódio reacende o debate sobre a crescente judicialização das pesquisas eleitorais. Em vez de contestar os números no campo político, partidos têm recorrido cada vez mais ao Judiciário para tentar impedir a divulgação de levantamentos que lhes sejam desfavoráveis.
A decisão deixa claro que a simples existência de questionamentos não é suficiente para impedir a circulação de informações de interesse público. Para a Justiça Eleitoral, medidas dessa natureza exigem demonstração concreta de irregularidades capazes de comprometer a confiabilidade do levantamento, o que, neste caso, não foi identificado na análise inicial do processo.
Também chama atenção o fato de a tentativa de impedir a divulgação ter ocorrido antes mesmo da publicação dos resultados da pesquisa, evidenciando uma estratégia voltada a impedir que o eleitor tivesse acesso aos dados.
Transparência e direito à informação
Pesquisas eleitorais registradas seguem regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral e possuem mecanismos de fiscalização justamente para garantir transparência e permitir auditoria por qualquer interessado.
Na decisão, o magistrado ressaltou que os percentuais impugnados puderam ser reproduzidos objetivamente a partir da base pública do TSE, afastando a alegação de ausência de fonte verificável.
Embora o processo ainda tenha seguimento para análise do mérito, a negativa da liminar representa uma vitória importante para a divulgação da pesquisa e reforça o entendimento de que medidas restritivas contra informações de interesse público devem ser adotadas apenas diante de provas robustas de irregularidade.
Em tempos de intensa disputa política, o livre acesso à informação e o respeito às regras que disciplinam as pesquisas eleitorais permanecem como elementos essenciais para que o eleitor possa formar sua opinião com base em dados públicos, transparentes e sujeitos ao controle da própria Justiça Eleitoral.
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