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Pesquisa da FIETO revela queda de confiança dos empresários

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Em fevereiro os empresários tocantinenses da indústria, sondados pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO), se mostraram menos otimistas em relação as condições da economia e de seus negócios, embora de forma menos acentuada que em janeiro. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) publicado mensalmente pela entidade e divulgado nesta quinta-feira, 16. 

Conforme a pesquisa, o indicador que mede a confiança do empresário passou de 46,5 pontos para 48 (aumento de 1,5 pontos) e não ultrapassou a linha divisória dos 50 pontos. Em comparação com janeiro de 2022 houve uma queda de 14 pontos. Esse resultado indica que os empresários demonstraram falta de confiança em relação aos próximos seis meses. O resultado nacional no mesmo período foi um pouco melhor e alcançou 50,6 pontos.

A técnica em pesquisas da FIETO, Gleicilene Bezerra, avalia que “os empresários demonstraram falta de confiança em relação aos próximos seis meses, sobretudo, pela percepção de piora no que diz respeito as condições atuais da economia brasileira e de seus negócios”.

Apesar de pouco confiantes, a expectativa dos empresários tocantinenses melhorou no período analisado, com indicador passando de 47,4 pontos para 50,4 de janeiro para fevereiro. Já o indicador de Condições Atuais, que em janeiro ficou em 44,8 pontos, em fevereiro registrou 43,2.

Por Júnior Veras

Foto: Divulgação/FIETO

Serviço: Assessoria de Imprensa FIETO (63) 3229-5775

Fonte: FIETO

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Indústria goiana cresce 9,3% e obtém terceiro melhor resultado do país

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Foto: Site siagri

A indústria goiana cresceu 9,3% no acumulado de 12 meses e obteve o terceiro melhor desempenho do país. Na mesma variação, o aumento nacional foi de 1,5%, segundo levantamento da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), com a referência do mês de junho, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e confirmada pelo Instituto Mauro Borges (IMB).

As atividades que se destacaram e influenciaram a alta em 12 meses foram:

  • fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (38,9%);
  • confecção de artigos de vestuário e acessórios (32,5%);
  • fabricação de produtos químicos (27%).

No acumulado no ano, o crescimento foi de 7,6%, enquanto a média brasileira foi 2,6%. O resultado colocou Goiás como o segundo estado com maior alta entre as unidades federativas analisadas pelo IBGE.

A alta foi puxada pela fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (76%); e pela fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (12,1%).

Indústria goiana

“O avanço na indústria goiana é reflexo da política industrial investida pela gestão, que é sólida e atrai investidores, resultando na geração de emprego e aumento de renda para os goianos”, destaca o titular da Secretaria-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima.

A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) gera indicadores de produção mês a mês para as indústrias extrativa e de transformação. As informações permitem analisar o nível da produção ao longo do tempo para uma mesma unidade da federação ou entre unidades da federação, em diferentes setores de atividade.

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