INDÚSTRIA
Primeira indústria de oxigênio do Centro-Oeste inicia obras em Anápolis
INDÚSTRIA
A chegada da primeira indústria de oxigênio do Centro-Oeste ao estado de Goiás foi consolidada nesta terça-feira (21/05) com o início das obras da unidade da Indústria Brasileira de Gases (IBG Gases), em Anápolis, no DaiaPlam, nova plataforma do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). O investimento de R$ 140 milhões foi viabilizado com articulação da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).
A chegada da IBG Gases marca um avanço estratégico para o fortalecimento do parque industrial goiano, ampliando a produção de gases industriais e medicinais no estado. Com o projeto arquitetônico concluído e a terraplanagem em andamento, a fase de construção civil deve começar no próximo mês.
A IBG possui as licenças necessárias, incluindo autorizações ambientais e de uso do solo. A unidade produzirá gases industriais e medicinais, com capacidade para atender hospitais, indústrias e outros setores no Brasil e em países da América Latina.

O titular da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho, destacou a importância do empreendimento para a competitividade e inovação do setor. “Trabalhamos incansavelmente para trazer a IBG para Goiás porque reconhecemos o potencial estratégico desse investimento para o fortalecimento do nosso parque industrial”, afirmou o secretário.
“A IBG vai concorrer diretamente com uma gigante como a White Martins, o que demonstra nossa capacidade de atrair empreendimentos de alto nível tecnológico e com competitividade internacional.”
Durante o pico da pandemia de Covid-19, a IBG Gases já havia atuado em cooperação com o Governo de Goiás, ao fornecer gratuitamente oxigênio medicinal para hospitais da rede estadual. A nova unidade consolida essa parceria e reforça o protagonismo de Goiás na atração de projetos com alto impacto econômico e social.

INDÚSTRIA
Indústria goiana cresce 9,3% e obtém terceiro melhor resultado do país
A indústria goiana cresceu 9,3% no acumulado de 12 meses e obteve o terceiro melhor desempenho do país. Na mesma variação, o aumento nacional foi de 1,5%, segundo levantamento da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), com a referência do mês de junho, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e confirmada pelo Instituto Mauro Borges (IMB).
As atividades que se destacaram e influenciaram a alta em 12 meses foram:
- fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (38,9%);
- confecção de artigos de vestuário e acessórios (32,5%);
- fabricação de produtos químicos (27%).
No acumulado no ano, o crescimento foi de 7,6%, enquanto a média brasileira foi 2,6%. O resultado colocou Goiás como o segundo estado com maior alta entre as unidades federativas analisadas pelo IBGE.
A alta foi puxada pela fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (76%); e pela fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (12,1%).
Indústria goiana
“O avanço na indústria goiana é reflexo da política industrial investida pela gestão, que é sólida e atrai investidores, resultando na geração de emprego e aumento de renda para os goianos”, destaca o titular da Secretaria-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima.
A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) gera indicadores de produção mês a mês para as indústrias extrativa e de transformação. As informações permitem analisar o nível da produção ao longo do tempo para uma mesma unidade da federação ou entre unidades da federação, em diferentes setores de atividade.
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