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Dona da Riachuelo reorganiza Comitê de Transformação Digital

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Dona da Riachuelo reorganiza Comitê de Transformação Digital
Ivonete Dainese

Dona da Riachuelo reorganiza Comitê de Transformação Digital

A jornada de transformação digital da Guararapes Confecções (GUAR3 – GUAR4 ) segue avançando. Depois de investir mais de R$500 milhões nos últimos dois anos para digitalizar lojas, criar o primeiro marketplace de lifestyle do Brasil e modernizar fábricas, a empresa reorganizou seu Comitê de Estratégia e Transformação Digital. A nova estrutura contemplará dois membros do Conselho, três controladores, o CEO da Riachuelo e o CTO da Companhia.

O objetivo central é apoiar o Conselho de Administração nos temas centrais da transformação digital conectando tecnologia, análise de dados e experiência para entregar a melhor proposta para o cliente.

Somente em 2021, a Guararapes investiu mais de R$ 335 milhões em transformação digital — o maior valor em toda a história da empresa, que este ano completa 75 anos. “O investimento em tecnologia é essencial para se antecipar aos desejos do cliente e entregar o produto o mais rápido possivel e com eficiência”, explica Oswaldo Nunes, CEO da Riachuelo. “A transformação digital é um caminho sem volta para a Guararapes. Conectividade, agilidade, transparência e resiliência são fatores indispensáveis para seguirmos fortes nessa jornada, mantendo a sustentabilidade do negócio, neste novo ambiente competitivo”, completa o executivo.

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Neste sentido, Nicola Calicchio Neto, executivo com passagens pela McKinsey & Co. e Softbank, foi indicado pelos acionistas da Guararapes para ocupar cadeira no Conselho de Administração do Grupo, que até então reunia cinco membros. Nicola ira liderar o Comitê de Estratátegia e Transformação Digital, uma vez que é reconhecido pelo mercado por apoiar empresas a atingirem maior nível de performance e conduzirem transformações bem-sucedidas.

“Vejo uma oportunidade histórica de contribuir para levar a Guararapes, uma companhia com mais de 70 anos de inovações e sucesso, cuja história se confunde com a do desenvolvimento do Brasil, se posicionar como a principal vencedora da nova dinâmica em andamento do mercado de moda no Brasil”, destaca Nicola.

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Após compra do BIG, Carrefour assume 25% do varejo brasileiro

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Agora no papel de vice-presidente do conselho de administração e à frente dos comitês de Pessoas e de Cultura, Abilio Diniz quer imprimir velocidade à bandeira e dar 'salto digital'
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Agora no papel de vice-presidente do conselho de administração e à frente dos comitês de Pessoas e de Cultura, Abilio Diniz quer imprimir velocidade à bandeira e dar ‘salto digital’

O Carrefour deu a partida na integração da rede BIG à sua. O processo só deverá estar concluído no início de 2024, segundo o presidente do Carrefour Brasil, Stephane Maquiare, mas a combinação dos dois grupos nasce líder do varejo alimentício, com participação de 25% do mercado brasileiro.

Com a compra do BIG, firmada no primeiro trimestre do ano passado e homologada somente agora pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Carrefour passa a ter 150 mil funcionários. Isso o torna, segundo o próprio varejista, o maior empregador privado da América do Sul.

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A integração envolve ainda uma reorganização em todo o comando da operação. Patrice Etlin, sócio-executivo da Advent na América Latina, que entra no capital do Carrefour Brasil junto ao a varejista americana Walmart, com 5,6% de participação, ganha assento no Conselho. Abílio Diniz, que detém 7,2% do capital por meio da Península, empresa de participações de sua família, ascende à posição de vice-presidente do colegiado.

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Com 67,7% da operação brasileira, o Carrefour global conserva a cadeira de presidência do conselho, com Maquiare, além de metade dos assentos. Mas, além do papel de vice-chairman, Diniz presidirá ainda dois dos três dos comitês ligados diretamente ao conselho, de Pessoas e Cultura. O executivo quer imprimir agilidade à rede francesa.

“Na minha trajetória estou buscando sempre ser o melhor. Ser maior é consequência”, diz Diniz, que pretende contribuir de maneira efetiva para que o Carrefour seja percebido assim pelo consumidor brasileiro. “Cada vez mais temos a percepção de que o varejo é local, não adianta estar num país e tentar jogar o jogo do varejo de um outro país.”

Para manter a proximidade com cliente, segundo Maquiare, o processo de integração procurará preservar as marcas mais conhecidas do público. Profissionais que estavam no comando dos mercados da rede adquirida ganham lugar no novo comitê executivo do Carrefour, que terá 12 membros, alguns deles trazidos de mercado.

Tanto no conselho de administração quanto no comitê executivo, o Carrefour buscou incluir executivos de mercado que se destacam em inovação e tecnologia. “Temos que dar um salto digital”, afirmou Diniz.

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O plenário do Cade aprovou por unanimidade no final de maio a operação de compra do grupo BIG pelo Carrefour, que foi anunciada em março do ano passado por R$ 7,5 bilhões.

Os conselheiros Lenisa Rodrigues Prado, Luis Henrique Bertolino Braido, Gustavo Augusto Freitas de Lima e Sérgio Costa Ravagnani, acompanhando o voto do relator Luiz Augusto Hoffmann votaram a favor

O grupo Carrefour passa a controlar o clube de compra Sam’s Club, além dos hipermercados BIG e dos supermercados Bompreço e Mercadorama, por exemplo.

Na visão do Cade, a operação não traz efeitos negativos para a concorrência no setor de varejo, incluindo supermercados, hipermercado e clubes de compras, atacado de distribuição de produtos alimentícios, e de revenda de combustíveis. 

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