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Zanite aprova fusão com Eve, que faz ‘carro voador’ da Embraer

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Com o negócio, Eve teria capital aberto na Bolsa de Nova York
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Com o negócio, Eve teria capital aberto na Bolsa de Nova York

A startup Eve, empresa da Embraer que tem como missão desenvolver carros voadores, anunciou na noite desta quinta que sua proposta de combinação de negócios com a Zanite Acquisition, empresa americana de aquisições voltada ao setor de aviação, foi aprovada pelos acionistas da companhia americana. Com isso, o negócio deve ocorrer até 9 de maio.

Como a Zanite tem capital aberto na Bolsa de Nova York (Nyse), a combinação entre as duas empresas na prática significaria a entrada da startup no mercado de ações americano. A Eve desenvolve modelos do chamado veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL, na sigla em inglês).

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Em comunicado ao mercado, a Embraer chamou o negócio de “importante passo”. A fabricante brasileira de aviões disse esperar que o fechamento do negócio ocorra até 9 de maio. O acordo para a fusão entre as duas empresas foi anunciada em 21 de dezembro de 2021, mas ainda não havia sido concretizada.

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Após a conclusão da transação, a Zanite mudará seu nome para Eve Holding. A Eve espera captar mais de US$ 500 milhões com a operação, assumindo que nenhum dos acionistas da Zanite resgate suas ações.

A empresa de aquisições nunca teve objetivo de  desempenhar uma atividade diretamente ou vender um produto, e sim contar com a expertise de seus gestores e com os recursos levantados na abertura do capital (IPO) para comprar uma empresa operacional já existente.

Quando de seu anúncio, em dezembro, a transação atribuiu valor à Eve de US$ 2,9 bilhões.

O negócio é tido como uma operação Pipe (do inglês Private Investment in Public Equity), aquisição de capital acionário relevante, de US$ 357,3 milhões. Haverá ainda um aumento de US$ 52,3 milhões posterior à operação para cintemplar compromissos com investidores como Thales, Acciona e Space Florida.

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Desde o anúncio, a carteira de pedidos da Eve, realizados por meio de cartas de intenção não vinculantes, cresceu de 17 para 19 clientes e de 1.735 para 1.825 veículos. De acrodcom com a Embraer, os clientes são operadores de asa fixa, helicópteros, plataformas de compartilhamento e empresas de leasing.

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Após compra do BIG, Carrefour assume 25% do varejo brasileiro

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Agora no papel de vice-presidente do conselho de administração e à frente dos comitês de Pessoas e de Cultura, Abilio Diniz quer imprimir velocidade à bandeira e dar 'salto digital'
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Agora no papel de vice-presidente do conselho de administração e à frente dos comitês de Pessoas e de Cultura, Abilio Diniz quer imprimir velocidade à bandeira e dar ‘salto digital’

O Carrefour deu a partida na integração da rede BIG à sua. O processo só deverá estar concluído no início de 2024, segundo o presidente do Carrefour Brasil, Stephane Maquiare, mas a combinação dos dois grupos nasce líder do varejo alimentício, com participação de 25% do mercado brasileiro.

Com a compra do BIG, firmada no primeiro trimestre do ano passado e homologada somente agora pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Carrefour passa a ter 150 mil funcionários. Isso o torna, segundo o próprio varejista, o maior empregador privado da América do Sul.

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A integração envolve ainda uma reorganização em todo o comando da operação. Patrice Etlin, sócio-executivo da Advent na América Latina, que entra no capital do Carrefour Brasil junto ao a varejista americana Walmart, com 5,6% de participação, ganha assento no Conselho. Abílio Diniz, que detém 7,2% do capital por meio da Península, empresa de participações de sua família, ascende à posição de vice-presidente do colegiado.

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Com 67,7% da operação brasileira, o Carrefour global conserva a cadeira de presidência do conselho, com Maquiare, além de metade dos assentos. Mas, além do papel de vice-chairman, Diniz presidirá ainda dois dos três dos comitês ligados diretamente ao conselho, de Pessoas e Cultura. O executivo quer imprimir agilidade à rede francesa.

“Na minha trajetória estou buscando sempre ser o melhor. Ser maior é consequência”, diz Diniz, que pretende contribuir de maneira efetiva para que o Carrefour seja percebido assim pelo consumidor brasileiro. “Cada vez mais temos a percepção de que o varejo é local, não adianta estar num país e tentar jogar o jogo do varejo de um outro país.”

Para manter a proximidade com cliente, segundo Maquiare, o processo de integração procurará preservar as marcas mais conhecidas do público. Profissionais que estavam no comando dos mercados da rede adquirida ganham lugar no novo comitê executivo do Carrefour, que terá 12 membros, alguns deles trazidos de mercado.

Tanto no conselho de administração quanto no comitê executivo, o Carrefour buscou incluir executivos de mercado que se destacam em inovação e tecnologia. “Temos que dar um salto digital”, afirmou Diniz.

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O plenário do Cade aprovou por unanimidade no final de maio a operação de compra do grupo BIG pelo Carrefour, que foi anunciada em março do ano passado por R$ 7,5 bilhões.

Os conselheiros Lenisa Rodrigues Prado, Luis Henrique Bertolino Braido, Gustavo Augusto Freitas de Lima e Sérgio Costa Ravagnani, acompanhando o voto do relator Luiz Augusto Hoffmann votaram a favor

O grupo Carrefour passa a controlar o clube de compra Sam’s Club, além dos hipermercados BIG e dos supermercados Bompreço e Mercadorama, por exemplo.

Na visão do Cade, a operação não traz efeitos negativos para a concorrência no setor de varejo, incluindo supermercados, hipermercado e clubes de compras, atacado de distribuição de produtos alimentícios, e de revenda de combustíveis. 

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