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Fumaça agrava doenças respiratórias, além de desencadear ou piorar crises alérgicas

Gestão de Palmas faz alerta sobre riscos à saúde provocados pelas queimadas

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SAÚDE

Foto: Divulgação

Com a chegada do período mais quente do ano e o aumento da intensidade dos ventos, cresce também o risco de queimadas urbanas e rurais na Capital. Além dos impactos ambientais, a fumaça representa uma ameaça direta à saúde da população. A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (Semus), alerta que a exposição a ela agrava doenças respiratórias como bronquite, rinite, sinusite e infecções pulmonares, além de desencadear ou piorar crises alérgicas.

“Quando inalamos a fumaça das queimadas, respiramos substâncias tóxicas como o monóxido de carbono e partículas que irritam as vias respiratórias. Isso pode provocar crises em pessoas com doenças crônicas, além de afetar mais severamente grupos vulneráveis, como crianças, idosos e gestantes”, explica o médico da Saúde da Família da Semus, Igor Coelho.

Atendimento

Durante este período de seca e calor intenso, as Unidades de Saúde da Família (USFs) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) registram, como já é esperado, um aumento na procura por atendimentos relacionados a problemas respiratórios, especialmente entre crianças e idosos. A orientação da Semus é que a população busque inicialmente a USF de referência em casos de sintomas leves, como coriza, tosse seca e irritação nos olhos ou garganta. Já sintomas mais severos, como dificuldade para respirar, chiado no peito ou febre persistente, requerem atenção imediata em uma das UPAs.

Uma das principais formas de contribuir para não agravar um período de baixa umidade e intenso calor, é que os moradores evitem qualquer tipo de queimada e mantenham seus lotes limpos, sem acúmulo de materiais secos e inflamáveis. Além de prejudicar a saúde coletiva, as queimadas são proibidas por lei e podem ser denunciadas aos órgãos ambientais competentes.

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SAÚDE

Evento “Vidas Planejadas” capacita médicos e amplia acesso ao DIU para mulheres em Luzimangues

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Luzimangues recebeu, no dia 28 de janeiro de 2026, o evento Vidas Planejadas, uma iniciativa voltada ao fortalecimento do planejamento familiar e da saúde reprodutiva na Atenção Primária à Saúde. A ação resultou na capacitação de médicos da rede básica para inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU) e beneficiou diretamente mais de 40 mulheres do distrito.

A iniciativa foi organizada pelo Comitê Estadual de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil (CEPOMFI), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Nacional e a Secretaria de Estado da Saúde, com o objetivo de ampliar o acesso a métodos contraceptivos modernos, seguros e de longa duração.

Durante o evento, profissionais da Atenção Primária participaram de capacitações teóricas e práticas ministradas por especialistas em ginecologia e obstetrícia, aprendendo técnicas atualizadas para a inserção do DIU em ambiente ambulatorial, diretamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

De acordo com a médica Isabela Franco Ramos, a capacitação representa um avanço significativo para a saúde da mulher na região. “Quando capacitamos os médicos da atenção primária, garantimos que esse atendimento esteja mais próximo da população. Isso significa menos barreiras, mais acesso ao planejamento familiar e mais autonomia para que cada mulher possa escolher o melhor método contraceptivo para sua realidade”, destacou.

Além da formação dos médicos, as mulheres atendidas receberam orientações individualizadas e participaram de palestras educativas sobre planejamento familiar, funcionamento do DIU, benefícios, possíveis efeitos colaterais e cuidados após a inserção. Em seguida, as pacientes que optaram pelo método realizaram o procedimento na própria UBS de Luzimangues.

A estratégia fortalece a descentralização dos serviços de saúde reprodutiva, permitindo que a população tenha acesso ao método sem a necessidade de deslocamento para centros especializados, o que representa um avanço importante para a autonomia feminina e para a redução de gestações não planejadas.

O DIU é considerado um método contraceptivo de longa duração (LARC – Long-Acting Reversible Contraceptive), com alta eficácia e duração que pode chegar a até dez anos, dependendo do tipo, sendo uma das principais recomendações de organismos nacionais e internacionais de saúde.

Com ações como o Vidas Planejadas, o Tocantins avança na consolidação de políticas públicas voltadas à prevenção de agravos maternos e infantis, promovendo mais qualidade de vida, planejamento e segurança para as mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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