FINANÇAS
Abrigo João XXIII recebe doações de servidores da Secretaria da Fazenda
FINANÇAS
Kits de higiene pessoal (shampoo, condicionador, sabonete líquido, pasta dental, sabonete em barra e loção hidratante) roupas novas, sandálias havaianas, um forno elétrico, lençóis para cama de solteiro com fronha e toalhas de banho foram entregue ao Abrigo João XXIII, de Porto Nacional, pela Gerência de Gestão de Pessoas da Secretaria da Fazenda.
Os donativos foram arrecadados entre os servidores da Pasta na campanha Natal Fazendário Solidário “Doe Amor a quem precisa”, que é realizada todo ano com o intuito de despertar e manter o sentimento de solidariedade entre os participantes.
A entrega contou com as presenças da Superintendência de Administração e Finanças, Gerência de Gestão de Pessoas e Escola de Gestão Fazendária Antônio Propício de Aguiar Franco (Egefaz).
A Gerente de Gestão de Pessoas, Elyvagna dos Santos Silva Lacerda, comemora o resultado da ação solidária. “A campanha foi um sucesso graças ao apoio que tivemos dos servidores da Sefaz. Estou muito feliz com a participação de todos,” destaca.
No abrigo possui hoje ao total 19 funcionários, para cuidar dos 11 idosos que residem permanentemente, sendo estes de várias cidades do Tocantins e até mesmo de outros estados. Maria Madalena é de Paraíso, possui 62 anos e reside no abrigo há 10 anos. Seu Antônio é do Maranhão, tem 72 anos e não possui nenhum familiar que seja de conhecimento dos funcionários do abrigo. Feliciano também tem 72 anos, é natural de Monte do Carmo e reside no abrigo a mais de 12 anos.
Na ação de entrega foi percebida a acolhida de cada um dos idosos e dos colaboradores do abrigo, por meio de sorrisos, gestos, música, orações. Até no silêncio do olhar daqueles que não se comunicam com palavras, notava-se afetividade e a alegria de se sentirem parte da sociedade.
Fonte: Sefaz – GOV TO
BRASIL
Banco do Brasil amplia renegociação do FIES pelo Desenrola e oferece nova chance para estudantes endividados
O avanço das dívidas estudantis no Brasil transformou o financiamento universitário em um dos principais desafios financeiros enfrentados por jovens e adultos nos últimos anos. Em meio a esse cenário, o programa Desenrola ganhou força como alternativa para quem busca reorganizar a vida financeira, especialmente entre estudantes e ex-estudantes com pendências relacionadas ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
O Banco do Brasil, uma das principais instituições financeiras participantes das ações de renegociação, passou a ampliar as condições especiais para contratos em atraso, oferecendo descontos, parcelamentos ampliados e facilidades de pagamento voltadas à regularização de débitos estudantis.
A iniciativa surge em um momento em que milhares de brasileiros convivem com restrições no CPF, dificuldade de acesso ao crédito e limitações financeiras provocadas pelo acúmulo de parcelas atrasadas do financiamento universitário.
Dívida do FIES impacta vida financeira de milhares de famílias
Criado para democratizar o acesso ao ensino superior, o FIES possibilitou que milhões de estudantes ingressassem em universidades privadas em todo o país. Porém, após a formação acadêmica, muitos beneficiários encontraram dificuldades para cumprir os pagamentos, principalmente diante do desemprego, da baixa renda e da instabilidade econômica dos últimos anos.
O resultado foi o crescimento da inadimplência em contratos estudantis, afetando diretamente a capacidade financeira de milhares de brasileiros.
Além dos juros acumulados, muitos ex-estudantes passaram a enfrentar:
- Nome negativado;
- Restrição bancária;
- Dificuldade para financiar imóveis e veículos;
- Limitação no acesso a crédito;
- Problemas para abertura de empresas e contratação de serviços financeiros.
Em muitos casos, a dívida do FIES deixou de ser apenas uma obrigação educacional e passou a comprometer toda a estrutura financeira familiar.
Desenrola cria oportunidade de recomeço financeiro
Com foco na renegociação de débitos, o programa Desenrola passou a permitir condições mais acessíveis para regularização de contratos vinculados ao financiamento estudantil.
Dependendo do perfil da dívida e do tempo de inadimplência, os contratos podem receber descontos relevantes sobre juros e encargos, além de parcelamentos mais longos e adequados à realidade financeira dos consumidores.
Entre as possibilidades oferecidas estão:
- Redução de juros acumulados;
- Parcelamento em maior número de vezes;
- Condições especiais para pagamento à vista;
- Negociação digital pelos canais bancários;
- Retirada do nome dos órgãos de proteção ao crédito após regularização.
A expectativa do setor financeiro é que o programa continue registrando aumento na procura ao longo de 2026, principalmente entre jovens profissionais que buscam recuperar estabilidade financeira e reorganizar o orçamento pessoal.
Recuperação do crédito virou prioridade
Especialistas apontam que a renegociação do FIES representa mais do que apenas o pagamento de uma dívida antiga. Para muitos brasileiros, trata-se da possibilidade de recuperar acesso ao sistema financeiro e reconstruir planejamento de vida.
Com a regularização, consumidores conseguem melhorar a pontuação de crédito, ampliar capacidade de financiamento e voltar a ter acesso a serviços bancários com melhores condições.
Além disso, o cenário atual mostra que muitos ex-estudantes buscam resolver pendências financeiras antes de assumir novos compromissos, como aquisição de imóvel, abertura de negócio próprio ou investimentos profissionais.
Atendimento pode ser feito digitalmente
Os interessados em verificar condições de renegociação podem consultar os canais oficiais do Banco do Brasil, incluindo aplicativo, internet banking e atendimento presencial nas agências.
Informações complementares também estão disponíveis nos canais oficiais do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e no Portal Gov.br.
Educação e recomeço financeiro
Para milhares de brasileiros, o financiamento estudantil representou a oportunidade de acesso à graduação e construção profissional. Agora, programas de renegociação como o Desenrola passam a funcionar como uma alternativa de recuperação financeira, permitindo que estudantes e ex-estudantes possam reorganizar a vida econômica sem carregar indefinidamente os impactos da inadimplência.
A expectativa é que novas adesões continuem sendo registradas nos próximos meses, impulsionadas pelo aumento da busca por recuperação de crédito e estabilidade financeira em todo o país.
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