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Secretaria da Fazenda recebe missão de orientação do BID para sequência do Profisco II

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Teve início na manhã desta terça-feira, 7, uma série de reuniões que vão até sexta-feira, 10, com os gestores da Secretaria da Fazenda, equipe da Unidade de Coordenação de Projetos (UCP) e líderes de produtos, com missão de orientação – Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Em pauta a atualização do Projeto de Modernização Fiscal do Tocantins (Profisco II), que prevê investimentos da ordem de US$ 42,5 milhões.

O financiamento que o Tocantins está pleiteando junto ao BID já tem o aval da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) e aprovação pela Assembleia Legislativa do Tocantins.

Além da aquiescência dos órgãos competentes internos, para o Tocantins tem que cumprir outras exigências do próprio BID. “A receita para alcançar a aprovação do financiamento junto ao BID é ter uma boa lógica vertical do projeto, ou seja, problemas e soluções bem definidas”, alerta o especialista fiscal e chefe da missão de orientação, André Martinez. E, segundo ele, o projeto tocantinense está sendo preparado para ter fácil “tramitação interno dentro do banco e a conseguir a negociação e aprovação da diretoria do BID.

Nos encontros desta semana a Secretaria da Fazenda recebe as orientações para ajuste na proposta, que apresenta ações direcionadas por três componentes de modernização da pasta. Segundo o coordenador geral da UCP, Glênio Benvindo, o projeto do Tocantins está bem adiantado, devendo ser concluído com as novas indicações dos técnicos da missão de orientação do BID. “Hoje eu diria que já estamos em processo de planejamento propício ao financiamento”, diz Glênio Benvindo. 

Com o Profisco II, US$ 42,5 milhões serão destinados a ações para melhorar a eficiência da administração tributária estadual, modernizando e aperfeiçoando de forma estratégica os serviços de tecnologia da informação, comunicação, modelos de gestão financeira e contábil do Estado. Para tanto, o Profisco II alcança ações outras pastas.

Fonte: Sefaz – GOV TO

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“Goiás Não Ficará Quieto”: Caiado Responde a Impostos Federais e Estimula Investimentos no Estado

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Foto: orlanoticias

Em evento realizado nesta quinta-feira (7), no Distrito Agroindustrial Norberto Teixeira (Dianot), em Aparecida de Goiânia, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), se posicionou de forma contundente contra as taxações impostas pelo governo federal, que, segundo ele, prejudicam diretamente os empresários goianos. Em seu discurso, o governador enfatizou a importância da negociação e do apoio ao setor produtivo como pilares da administração estadual.

“Governar é negociar, é pacificar, é abrir portas e proteger quem gera emprego. Não é ficar sentado esperando o tempo passar”, afirmou Caiado, ao se dirigir a empresários, autoridades locais e secretários presentes no evento.

Em um tom crítico, Caiado ressaltou que, enquanto o Brasil enfrenta instabilidade política, Goiás segue avançando, atraindo investimentos e ampliando seus mercados. Ele destacou que, enquanto o governo federal impõe taxas e sobretaxas, o papel do Estado deveria ser o de ampliar mercados, e não restringi-los. “Não cabe ao presidente da República restringir mercados, e sim ampliá-los. Estamos vendo decisões que nos impõem taxas e sobretaxas, prejudicando nossa economia”, disse.

O governador também criticou a postura do governo federal em relação à taxação de produtos de Goiás, como a pecuária de corte, o açúcar, pescados e a agricultura familiar. Caiado revelou que tem mantido contato frequente com representantes da Embaixada Americana, incluindo Gabriel Maduro, para tentar reverter essas taxações, que considera prejudiciais aos setores-chave do estado.

Caiado destacou a importância de Goiás como um parceiro estratégico para os Estados Unidos e afirmou que o estado não ficará “calado” diante dos impactos negativos para quem produz e emprega. “Goiás sempre foi parceiro dos EUA e agora é penalizado. Isso impacta quem produz e emprega, e não ficaremos calados”, afirmou.

Além disso, o governador adiantou que participaria de uma reunião em Brasília com outros governadores para pressionar o governo federal a considerar mais a opinião dos Estados em questões que afetam suas economias locais. “Sou governador para zelar pela renda dos empresários e pela competitividade do nosso povo. Exigimos criatividade e agilidade do governo”, disse.

Em relação à saúde fiscal de Goiás, Caiado reforçou que o Estado possui R$ 15 bilhões em caixa e é o mais líquido do Brasil, com um fundo de R$ 4 bilhões destinado ao equilíbrio fiscal. Ele ressaltou os investimentos em infraestrutura e logística como um diferencial para garantir a competitividade do setor produtivo local.

Durante o evento, o governador também falou sobre a importância do Distrito Agroindustrial Norberto Teixeira (Dianot), um dos projetos mais estratégicos de sua gestão, que visa fomentar a industrialização agropecuária no Estado. O edital de chamamento público lançado na ocasião visa selecionar empresas interessadas em ocupar lotes no Distrito, com incentivos fiscais e acesso direto a corredores de exportação, um passo importante para ampliar a presença de Goiás nos mercados internacionais.

Diante de um cenário de desafios econômicos, o discurso de Caiado deixou claro o seu compromisso com a defesa do setor produtivo e com a busca por soluções que garantam o crescimento e a competitividade de Goiás no cenário nacional e internacional.

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