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CFA e Ministério do Empreendedorismo firmam parceria para profissionalizar micro e pequenas empresas

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O Conselho Federal de Administração (CFA) e o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) firmaram um acordo de cooperação técnica no último dia 26 de fevereiro. A parceria visa capacitar e valorizar os profissionais de administração, além de criar um canal de acesso a ferramentas de gestão e certificação profissional para as micro e pequenas empresas (MPEs).

O acordo, que terá duração de cinco anos, é uma iniciativa que busca fortalecer o setor de administração no Brasil, ampliando as oportunidades para profissionais registrados nos Conselhos Regionais de Administração (CRAs). Esses profissionais atuarão diretamente no apoio à gestão das MPEs, ajudando a elevar o nível de profissionalismo e eficiência dessas empresas, que são essenciais para a economia brasileira.

O presidente do CFA, Adm. Leonardo Macedo, também enfatizou o impacto positivo do acordo. “Essa cooperação técnica é uma grande vitória para a administração no Brasil. Estamos proporcionando mais oportunidades de capacitação e certificação profissional para nossos administradores, o que, consequentemente, refletirá na melhoria da gestão das MPEs”, disse Macedo.

A iniciativa será acompanhada por um grupo técnico, responsável por garantir o cumprimento das ações previstas no acordo. Um dos destaques do programa é a oferta de capacitação gratuita para os administradores registrados, o que deve aumentar a competitividade das MPEs no mercado.

Ao longo dos próximos cinco anos, espera-se que a parceria entre o CFA e o MEMP resulte em um aumento significativo na profissionalização das MPEs, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A colaboração entre o setor público e o setor de administração é fundamental para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgem no ambiente de negócios atual.

Com a assinatura desse acordo, o Brasil dá um importante passo em direção a um futuro mais promissor para as micro e pequenas empresas, graças ao esforço conjunto de líderes como Francisco Costa e Leonardo Macedo.

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Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil

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A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.

A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.


Quem é Germana Pires

Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.

No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.


Papel estratégico da secretaria

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.

A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.


Impactos e vantagens da nomeação

A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:

Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.

Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.

Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.

Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.


Projeção do Tocantins no cenário nacional

O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.

Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.


Contexto político e institucional

A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.

Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.


Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.

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