Gestor falou ainda do empenho para finalizar recapeamento asfáltico na via de acesso ao Jardim Taquari
Prefeito Eduardo Siqueira Campos destaca parceria com Governo do Estado para regularização fundiária
A CAPITAL
“São 80 hectares para regularizarmos e nós vamos fazer a Regularização Fundiária Urbana aqui no Taquari. Não há liminar de reintegração de posse que passe por cima do direito do povo de ter o documento do seu terreno”, disse o prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, em cerimônia de entrega de títulos pelo Governo do Estado a moradores do setor Taquari, na noite desta quinta-feira, 13.
O prefeito destacou a parceria com o Governo do Tocantins para regularização fundiária em Palmas. “Não há nada que separe o Estado e a Prefeitura de trabalharem juntos para vocês. Não há nenhum empecilho. O governador Wanderlei Barbosa demonstra a maior boa vontade, o que provoca em mim também o retorno de trabalharmos juntos. E é por isso que as nossas equipes têm conversado. Não falta diálogo nem entrosamento”.
Ainda durante seu discurso, Eduardo Siqueira Campos enfatizou o empenho do município para finalizar o recapeamento asfáltico em CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) na Avenida Teotônio Segurado, principal via de acesso ao Jardim Taquari. O trecho, de 3,4 km, se estende entre o setor e a entrada que dá acesso ao aeroporto de Palmas. “É o primeiro bairro que é integrado por asfalto usinado a quente na minha gestão. Quantas vidas foram perdidas nos buracos deste acesso até aquele cruzamento do aeroporto? Mas a obra ainda não está pronta. Ela vai ser sinalizada e vai ser uma das mais belas avenidas da nossa cidade”, finalizou.
Texto: João Lino Cavalcante
Edição: Mariana Ferreira
A CAPITAL
Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil
A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.
A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.
Quem é Germana Pires
Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.
No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.
Papel estratégico da secretaria
A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.
A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.
Impactos e vantagens da nomeação
A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:
Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.
Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.
Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.
Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.
Projeção do Tocantins no cenário nacional
O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.
Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.
Contexto político e institucional
A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.
Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.
Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.
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