Para solicitar o cartão, usuário precisa apresentar documento pessoal e comprovante de endereço; créditos anteriores serão transferidos
Prefeitura de Palmas começa emissão dos novos cartões do transporte público
A CAPITAL
Os usuários do transporte coletivo de Palmas já podem solicitar gratuitamente os novos cartões de recarga na sede da Agência de Transporte Coletivo de Palmas (ATCP), localizada na Avenida Teotônio Segurado. O atendimento ocorre das 8 às 18 horas. A partir desta segunda-feira, 5, os cartões também poderão ser requeridos, sem custo, nas unidades do Resolve Palmas, JK e Taquaralto, no mesmo horário.
O processo de emissão é rápido e simples. Para solicitar o cartão, é necessário apresentar um documento de identificação e um comprovante de endereço. Os estudantes devem levar, ainda, uma cópia da declaração de matrícula da escola. As empresas que fornecem vale-transporte já foram notificadas e orientadas a realizar o cadastro de forma on-line, garantindo o benefício aos trabalhadores.
O cartão é emitido na hora e os créditos da carteirinha antiga são transferidos durante o cadastro. A Cauane Lima dos Santos, de 20 anos, foi uma das primeiras a garantir o novo cartão. “Apresentei o comprovante de endereço e a identidade, e foi super rápido. Eu já tinha crédito, e ele foi transferido para o novo cartão”, relatou. Agora, ela está na expectativa para a circulação da nova frota de ônibus, na quarta, 7. “Vai ser um alívio pra gente”, comentou.
100% zero-quilômetro
Com a renovação do sistema de transporte público, Palmas se tornará a única capital do País a operar, integralmente, com uma frota 100% zero-quilômetro. Durante o período de transição, até o dia 11 de maio, a tarifa seguirá gratuita. A partir de 12 de maio, o valor da passagem passará a ser R$ 4,85.
A nova frota é composta por 154 ônibus zero-quilômetro, sendo 14 destinados à reserva para substituição e manutenção, e 10 vans novas, todas equipadas com rampa de acesso, Wi-Fi, câmeras de segurança e tomadas para carregamento de celulares.
A CAPITAL
Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil
A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.
A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.
Quem é Germana Pires
Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.
No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.
Papel estratégico da secretaria
A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.
A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.
Impactos e vantagens da nomeação
A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:
Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.
Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.
Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.
Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.
Projeção do Tocantins no cenário nacional
O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.
Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.
Contexto político e institucional
A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.
Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.
Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.
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