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Palmas Investe no Futuro: CIDEP e SEBRAE promovem internacionalização e microcrédito para impulsionar o desenvolvimento local

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Palmas, TO – Com foco na inovação, no empreendedorismo e no fortalecimento do setor produtivo, o CIDEP aprovou recentemente um importante aporte do Fundo de Desenvolvimento (FIDEP), que será destinado a missões internacionais estratégicas, em uma iniciativa conjunta com o SEBRAE. Essa medida visa proporcionar aos empresários locais acesso a conhecimento, networking e novas oportunidades de negócios em referênciais globais de inovação.

As cidades escolhidas para sediar essas missões são Barcelona (Espanha), Osaka (Japão) e Nova Iorque (EUA). Cada uma delas foi selecionada por seu destaque em áreas fundamentais para o crescimento das empresas palmenses:

  • Barcelona, com foco na Smart City Expo, é símbolo de soluções urbanas inteligentes e sustentabilidade.

  • Osaka, que sediará a Expo 2025, traz uma visão de futuro e de tecnologia de ponta aplicada ao cotidiano.

  • Nova Iorque, com a tradicional NRF Retail’s Big Show, é palco das mais recentes tendências globais em varejo e inovação empresarial.

Segundo o CIDEP, a iniciativa representa uma oportunidade transformadora para os empresários locais, promovendo a internacionalização e elevando o nível de competitividade das empresas tocantinenses no mercado nacional e global.

Apoio ao pequeno empreendedor: 10% do FIDEP para o Banco do Povo

Outra medida relevante tomada pelo CIDEP foi a destinação de 10% do FIDEP ao Banco do Povo, com o objetivo de ampliar o acesso ao microcrédito. Essa decisão estratégica permitirá que pequenos empreendedores possam realizar seus projetos, investir em equipamentos, capacitação ou ampliar seus negócios, fomentando ainda mais a economia local.

Com essas ações, Palmas reforça seu papel como polo de inovação e desenvolvimento, demonstrando que com planejamento, parcerias e visão estratégica, é possível construir um futuro promissor e sustentável.

“Estamos construindo um futuro promissor, onde Palmas se posiciona cada vez mais como um polo de inovação e desenvolvimento. Com planejamento e união, seguimos firmes na missão de transformar oportunidades em realidade”, afirma o CIDEP.

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Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil

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A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.

A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.


Quem é Germana Pires

Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.

No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.


Papel estratégico da secretaria

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.

A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.


Impactos e vantagens da nomeação

A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:

Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.

Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.

Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.

Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.


Projeção do Tocantins no cenário nacional

O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.

Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.


Contexto político e institucional

A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.

Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.


Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.

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