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Aprovação popular reforça ações da Prefeitura com novos radares e a possível instalação do estacionamento rotativo em Palmas
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Palmas tem passado por mudanças significativas no seu sistema de mobilidade urbana, e a resposta da população tem sido amplamente positiva. Um levantamento recente realizado pela empresa de consultoria Lucro Ativo, com mais de 800 moradores da capital, revelou que a maioria aprova as novas medidas adotadas pela Prefeitura, especialmente no que diz respeito à instalação de radares e à proposta de estacionamento rotativo.
De acordo com os dados da pesquisa, 77% da população demonstrou aprovação à instalação dos novos radares de fiscalização eletrónica em pontos estratégicos da cidade. Para os entrevistados, a medida representa um avanço na organização do trânsito e na redução de acidentes, promovendo maior segurança para condutores e pedestres.
Além disso, 71% dos participantes acreditam que os radares contribuirão de forma direta para a melhoria da segurança viária, coibindo infrações e estimulando uma condução mais consciente por parte dos motoristas.
Outro tema abordado pela pesquisa foi a implementação do estacionamento rotativo. O levantamento apontou que 67,76% da população apoia a iniciativa, vendo nela uma solução prática para melhorar a circulação de veículos e facilitar o acesso a áreas comerciais. Nas quadras centrais, o apoio à medida foi ainda mais expressivo: quase 80% dos entrevistados se mostraram favoráveis à instalação.
As ações fazem parte de um conjunto de intervenções coordenadas pela atual gestão municipal. Sob o comando do prefeito Eduardo, a Prefeitura de Palmas tem demonstrado agilidade e compromisso com a melhoria da infraestrutura urbana e a qualidade de vida da população.
Moradores destacam a rapidez com que as mudanças vêm sendo implementadas, algo que tem surpreendido positivamente. “É visível o avanço que a cidade tem vivido. As coisas estão realmente a mudar para melhor”, comenta um dos entrevistados.
A popularidade das medidas reforça a imagem do prefeito Eduardo como um gestor eficiente e alinhado com os interesses da comunidade. A pesquisa da Lucro Ativo evidencia que a população reconhece o trabalho da administração municipal e enxerga nas ações recentes um sinal claro de progresso e responsabilidade pública.
Com aprovação popular crescente e resultados práticos já perceptíveis, Palmas dá um passo firme rumo a uma cidade mais moderna, segura e bem organizada.
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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.