Gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos coloca a capital do Tocantins como referência nacional em qualidade de vida e boa administração pública.
Frutos da boa gestão: Palmas conquista 1ª lugar e se torna a cidade mais competitiva da região norte!
A CAPITAL
Palmas tem um novo motivo de orgulho: a capital do Tocantins foi classificada como a cidade mais competitiva da Região Norte no Ranking de Competitividade dos Municípios 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). No cenário nacional, Palmas conquistou a 89ª posição entre mais de 400 cidades analisadas, resultado que comprova a eficiência da administração municipal.
Mas afinal, o que significa “competitividade” para uma cidade? Na prática, é a capacidade de gerir bem os recursos públicos, planejar com visão de futuro e oferecer serviços de qualidade para a população — desde saúde e educação até inovação, infraestrutura e segurança.
📌 A marca da gestão Eduardo Siqueira Campos
Grande parte desse sucesso tem a assinatura do prefeito Eduardo Siqueira Campos, que trouxe para a administração pública uma visão moderna, baseada em planejamento e eficiência. Sob sua liderança, Palmas avançou em áreas estratégicas que foram decisivas para o destaque no ranking:
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Educação: investimentos consistentes na rede municipal, programas de alfabetização e resultados crescentes no IDEB, garantindo mais oportunidades para crianças e jovens.
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Saúde: expansão de unidades básicas de atendimento, modernização de equipamentos e foco em políticas de prevenção.
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Gestão fiscal: equilíbrio das contas públicas, mesmo em tempos de restrição orçamentária, permitindo novos investimentos.
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Meio ambiente: políticas de sustentabilidade e urbanismo inteligente, que alinham crescimento econômico à preservação ambiental.
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Inovação e capital humano: incentivo ao empreendedorismo local e programas de capacitação profissional, fortalecendo a geração de empregos.
Em entrevista ao Portal, o Diretor Técnico do Sebrae, Rogério Ramos disse: “A gestão do prefeito Eduardo Siqueira tem mostrado que, com planejamento, responsabilidade fiscal e foco nas pessoas, é possível transformar Palmas em referência nacional de boa administração. Para o Sebrae, esse cenário fortalece ainda mais o ambiente de negócios, gerando oportunidades para os pequenos empreendedores que movimentam a economia da nossa capital.”
📌 Reconhecimento legítimo e técnico
O resultado obtido por Palmas não é apenas simbólico: ele vem de um estudo sério e respeitado. O CLP (Centro de Liderança Pública), responsável pelo ranking, é uma instituição suprapartidária que utiliza 65 indicadores divididos em 13 pilares temáticos para medir a competitividade dos municípios. Esse processo garante rigor metodológico e credibilidade ao reconhecimento.
Para o Administrador Francisco Costa, popular Xikym, atual Conselheiro Federal pelo Tocantins e Diretor de Administração e Finanças pelo CFA, em entrevista excluisa ao portal disse: ” É uma honra imensa constatar que nossa capital, sob a liderança do prefeito e amigo Eduardo Siqueira, está entre as capitais mais competitivas do país, o destaque de Palmas no ranking das cidades mais competitivas do país é fruto da visão de futuro e da boa gestão do prefeito Eduardo Siqueira”
📌 Palmas no caminho certo
A presença de Palmas no topo da Região Norte é, sem dúvida, uma conquista coletiva. Porém, é impossível não reconhecer a importância da gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos, que soube unir planejamento, disciplina fiscal e visão estratégica para transformar a capital em referência de boa administração no Brasil.
Para os palmenses, esse resultado não é apenas uma medalha em um ranking, mas a confirmação de que sua cidade está sendo conduzida com responsabilidade e compromisso. Palmas nasceu planejada para ser capital, e agora se consolida como capital de boa gestão — um exemplo que inspira todo o país.
📌 Sobre o CLP e a credibilidade da pesquisa
O Centro de Liderança Pública (CLP) é uma organização respeitada no Brasil, com atuação suprapartidária. Seu Ranking de Competitividade dos Municípios utiliza centenas de indicadores (agrupados em 13 pilares), baseados em critérios reconhecidos (como ESG e ODS), para analisar mais de 400 cidades com mais de 80 mil habitantes — representando cerca de 60% da população brasileira
A CAPITAL
Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.