Em menos de oito meses, administração conclui demandas de regularização fundiária aguardadas há décadas pela população
Gestão Eduardo Siqueira Campos projeta marca histórica de mais de 2,2 mil imóveis regularizados em 2025
A CAPITAL
A Prefeitura de Palmas, sob a gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos, avança na política de regularização fundiária e projeta um marco histórico este ano, com mais de dois mil imóveis regularizados.
Somente neste ano a gestão entregou os loteamentos Setor Universitário, com 602 imóveis, e Vista Alegre/Belo Horizonte, com 559 imóveis. Também protocolado no cartório o projeto de regularização fundiária da 2ª etapa do Irmã Dulce, com 619 imóveis. Para setembro, está previsto o protocolo Machado Oeste I (191 imóveis) e Machado Oeste II (290 imóveis).
Com todos esses empreendimentos protocolados e certificados, Palmas deve alcançar o patamar inédito de mais de 2.261 imóveis regularizados em um único ano.
Para o prefeito Eduardo Siqueira Campos, o trabalho reforça o compromisso da gestão em ampliar a cidadania.“Regularizar imóveis é garantir dignidade às famílias e fortalecer a cidade. Estamos empenhados em acelerar esse processo para que milhares de palmenses possam ter segurança jurídica e a tranquilidade de viver em seus lares com pleno direito”, destacou o prefeito.
O secretário de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária, Israel Henrique de Melo Sousa, também ressaltou que os resultados expressivos são fruto da prioridade estabelecida pela atual gestão.
“A regularização fundiária é um instrumento de cidadania. Em menos de oito meses de gestão, Eduardo Siqueira Campos tem mostrado a que veio, dando apoio para que possamos avançar com rapidez em demandas que, muitas vezes, a população aguardava há décadas para ver seus imóveis regularizados. Regularização significa garantir acesso a direitos básicos, infraestrutura e qualidade de vida”, afirmou o secretário.
A CAPITAL
Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.