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Análise: Palmas não vivia tamanha confiança administrativa desde o tempo de Siqueira Campos

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A gestão pública municipal de Palmas vive um momento de estabilidade e renovação. O retorno de Eduardo Siqueira ao cargo de prefeito trouxe não apenas a expectativa, mas também a efetivação de uma forma de governar marcada pela tranquilidade administrativa, pela assertividade nas decisões e pelo respeito às demandas da população.

O estilo de gestão adotado é visível: Eduardo centraliza a atenção nas necessidades reais da cidade, ouvindo a comunidade e oferecendo respostas rápidas e eficazes. Esse alinhamento entre governo e sociedade civil tem garantido avanços concretos em áreas estratégicas, como infraestrutura, serviços urbanos e políticas sociais, transmitindo à população a percepção de que suas vozes são não só consideradas, mas transformadas em ações.

A assertividade da atual gestão é um ponto que merece destaque. Ao contrário de períodos anteriores de instabilidade, Eduardo adota uma postura firme, clara e pragmática, que gera confiança junto à população e aos setores produtivos. A sensação de segurança administrativa é hoje um dos maiores ativos da Prefeitura, permitindo que Palmas se organize para novos ciclos de desenvolvimento.

Vale lembrar que essa capacidade de gerar confiança não é apenas circunstancial: ela tem raízes em um legado político. Desde o tempo do ex-governador Siqueira Campos, o povo de Palmas não percebia um alinhamento tão forte entre liderança e crescimento. Eduardo, ao retomar o estilo de gestão marcado pela responsabilidade e proximidade com o cidadão, recria esse ambiente de prosperidade e esperança.

Diante desse cenário, a avaliação que se impõe é clara: a gestão de Eduardo Siqueira tem conseguido unir planejamento, escuta ativa e execução eficaz, recolocando Palmas no centro de uma narrativa de crescimento e estabilidade. A cidade respira um clima de confiança, e esse é, talvez, o maior legado que sua gestão pode consolidar para o futuro.

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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios

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O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.

A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.

Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.

Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.

A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.

A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.

Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.

Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.

O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.

No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.

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