A CAPITAL
Com aprovação em quase 75%, os numeros se repetem, Palmas confia em Eduardo Siqueira para um Futuro Promissor!
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Uma pesquisa de satisfação realizada por nós, da Lucro Ativo, revelou que 74,5% da população de Palmas está satisfeita com a eleição de Eduardo Siqueira Campos para prefeito. Esse índice de aprovação é muito próximo ao resultado obtido por Siqueira quando foi eleito senador em 1999, com 74,70% dos votos.
Divulgamos a pesquisa e o esplêndido jornalista Luiz Armando, destacou a confiança da população na liderança de Eduardo Siqueira. “A satisfação dos eleitores com a eleição de Siqueira reflete a esperança de um futuro promissor para Palmas sob sua administração,” comentou Luiz Armando em seu blog.
Eduardo Siqueira Campos, que já possui uma trajetória política consolidada, assume a prefeitura com o desafio de atender às expectativas de uma população que demonstra grande confiança em sua capacidade de gestão. A comparação com sua eleição ao Senado em 1999 reforça a consistência de seu apoio popular ao longo dos anos.
Na Lucro Ativo, destacamos a importância de monitorar a satisfação dos eleitores para entender melhor as demandas e expectativas da população. “Os resultados da pesquisa são um indicativo claro de que a população de Palmas acredita no potencial de Eduardo Siqueira para promover melhorias significativas na cidade,” afirmamos.
Com a posse de Eduardo Siqueira Campos, a expectativa é de que Palmas continue a crescer e se desenvolver, atendendo às necessidades de seus cidadãos e fortalecendo sua posição como uma das principais cidades do Tocantins. A gestão de Siqueira promete trazer inovação, eficiência e um compromisso renovado com o bem-estar da população, criando um ambiente propício para o progresso e a prosperidade.
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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.