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Programa lançado pela Prefeitura busca qualificar lideranças comunitárias e fortalecer a participação social nos bairros da Capital

Escola de Líderes reúne mais de 300 pessoas e fortalece integração entre comunidades e poder público em Palmas

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A CAPITAL

Mais de 300 pessoas participaram, na noite de terça-feira, 5, do lançamento da Escola de Líderes, realizado pela Prefeitura de Palmas no Parque Municipal da Pessoa Idosa. O evento reuniu lideranças comunitárias, representantes de bairros, autoridades e parceiros institucionais para apresentar a proposta do programa, voltado à formação e capacitação de lideranças comunitárias da Capital.

Representando o prefeito Eduardo Siqueira Campos, o secretário-chefe do Gabinete do Prefeito, Carlos Júnior, destacou o fortalecimento das lideranças comunitárias como um dos objetivos da Escola de Líderes. “O projeto foi pensado pelo prefeito Eduardo para capacitar os líderes comunitários, projeto de gestão, para que estejam preparados para saber como reivindicar e cobrar dos poderes públicos as melhorias para o seu bairro, além de ocupar os espaços de trabalho”, afirmou.

Entre as instituições parceiras que irão contribuir com a formação dos participantes, estão a UniCatólica, Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Fecomércio, Sebrae, Banco do Povo, BRK, Energisa, Corpo de Bombeiros Militar, CadÚnico e Instituto Federal do Tocantins (IFTO). A formação será dividida em módulos com conteúdos voltados à liderança comunitária, comunicação, mediação de conflitos, mobilização social e participação cidadã.

Experiência prática
O presidente da Associação de Moradores da Chácara 13, Marcelo Rodrigues, afirmou que a iniciativa representa uma oportunidade para que lideranças tenham mais preparo na atuação comunitária. “Participar deste momento foi muito especial, porque eu conheço as dificuldades que um líder comunitário enfrenta no dia a dia. Muitas vezes, a gente quer ajudar a comunidade e buscar melhorias, mas acaba aprendendo sozinho, na tentativa e erro”, relatou.

Ele também destacou a importância da capacitação proposta. “Fico feliz quando vejo um projeto como a Escola de Líderes, porque isso vai dar oportunidade para que outros tenham conhecimento, preparo e mais segurança para representar suas comunidades”, completou.

Próximas iniciativas
Durante a programação, o secretário Carlos Júnior também anunciou ações previstas para as próximas semanas em parceria com instituições e secretarias municipais. Entre elas estão a realização da Copa Siqueira Campos de Futebol Amador, masculina e feminina, cursos de robótica em parceria com o Senac e um projeto de escola profissionalizante voltada à construção civil, com foco em qualificação e geração de emprego.

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A CAPITAL

Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil

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A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.

A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.


Quem é Germana Pires

Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.

No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.


Papel estratégico da secretaria

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.

A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.


Impactos e vantagens da nomeação

A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:

Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.

Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.

Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.

Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.


Projeção do Tocantins no cenário nacional

O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.

Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.


Contexto político e institucional

A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.

Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.


Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.

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