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Jakeline (PSD) lidera intenções de voto em Figueirópolis e desponta como favorita nas eleições municipais, aponta pesquisa Lucro Ativo
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Uma pesquisa realizada pela Lucro Ativo entrevistou 250 moradores de Figueirópolis, Tocantins, e revelou uma liderança expressiva da candidata Jackeline (PSD) na disputa pela prefeitura nas próximas eleições municipais. A pesquisa, conduzida com metodologia rigorosa e dados confiáveis, destaca a aprovação crescente da população pela candidata, sinalizando sua forte chance de se tornar a nova prefeita da cidade.
Cenário estimulado: Jackeline lidera com margem considerável
No cenário estimulado, em que os eleitores foram apresentados aos nomes dos candidatos, Jackeline aparece com 47,2% das intenções de voto, consolidando-se como a favorita do eleitorado. Seu principal adversário, Fontoura (REPUBLICANOS), tem 37,2%, o que reflete uma disputa acirrada, mas ainda com uma vantagem significativa para a candidata do PSD.
O apoio majoritário a Jackeline sugere que a população vê nela uma continuidade da gestão bem-sucedida ou uma promessa de mudança positiva para Figueirópolis.
Cenário espontâneo: liderança mantida
No cenário espontâneo, em que os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos, Jackeline continua à frente, com 40,4% das intenções de voto. Fontoura segue próximo, com 37,2%, enquanto Bruno Gomes (PRD) aparece com 12,8%. Além disso, 9,6% dos entrevistados preferiram não responder.
A diferença no cenário espontâneo é menor, indicando uma disputa competitiva, mas ainda favorecendo Jackeline, cuja campanha vem ganhando força entre os eleitores.
Rejeição: Fontoura lidera índice de rejeição
Quando questionados sobre em quem jamais votariam, o candidato Fontoura lidera a rejeição, com 32,0% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Jackeline apresenta uma taxa de rejeição de 29,2%, um número considerável, mas abaixo de seu principal concorrente. Bruno Gomes aparece com a menor rejeição, com 9,2%. Outros 23,6% dos eleitores disseram não rejeitar nenhum dos candidatos, e 6,0% não responderam à pergunta.
Aprovação e expectativa de mudança
A liderança de Jackeline, tanto no cenário estimulado quanto no espontâneo, sugere que a população de Figueirópolis vê nela uma forte candidata para assumir a prefeitura, seja pela continuidade de ações positivas ou por propostas de renovação. O embate com Fontoura, entretanto, evidencia que a corrida eleitoral está longe de ser decidida, com uma margem de indecisos e não respondentes que pode influenciar o desfecho.
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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.