A CAPITAL
O grande retorno: Palmas se prepara para seguir acelerada após seis meses de transformação
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Os primeiros seis meses de mandato do prefeito Eduardo Siqueira Campos marcaram um avanço estrutural e administrativo nunca antes visto em Palmas. Com ações voltadas para a modernização da máquina pública, melhorias na mobilidade urbana, na saúde e na educação, sua gestão vinha se consolidando como uma das mais eficientes da história recente da capital tocantinense.
Mesmo com o afastamento temporário, autorizado no fim de junho por decisão do Supremo Tribunal de Justiça no âmbito da Operação Sisamnes, a imagem de Eduardo permanece fortalecida junto à população. Levantamentos e entrevistas realizadas pelo portal Lucro Ativo revelam que a maioria dos cidadãos segue apoiando o prefeito e aguarda com expectativa seu retorno oficial, para que a transformação continue no mesmo ritmo acelerado que vinha sendo conduzido.
Durante sua gestão, Eduardo conseguiu dar andamento a obras paradas há anos, simplificar processos administrativos, atrair investimentos para o município e ampliar o diálogo com a sociedade civil. Em apenas meio ano, os reflexos dessas ações já são sentidos nos bairros e nas comunidades, com relatos de melhoria nos serviços e maior presença do poder público.
“Nunca vimos Palmas se transformar tão rápido. A cidade está mais organizada, os atendimentos de saúde melhoraram e temos esperança de ver a educação avançar ainda mais. Foi um baque o afastamento, mas a gente confia que ele vai voltar e continuar o que começou”, relatou uma moradora entrevistada pelo Lucro Ativo na região sul da capital.
A figura de Eduardo Siqueira Campos tem se consolidado como indispensável à atual conjuntura política e administrativa da cidade. Sua popularidade não sofreu abalos expressivos mesmo diante do episódio de afastamento, o que reforça a conexão direta com a população e a percepção de que sua presença à frente da Prefeitura representa um novo momento para Palmas.
Com a autorização de retorno dada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, e o parecer favorável da PGR, a expectativa em toda a cidade é de que Eduardo reassuma o comando com ainda mais força. Grande parte da população manifesta ansiedade e confiança na continuidade do projeto de governo que, em apenas seis meses, mostrou resultados concretos e elevou o patamar da capital tocantinense.
Palmas aguarda agora a reativação completa da agenda administrativa com o retorno do prefeito. A expectativa é que a cidade mantenha o ritmo acelerado de crescimento e reafirme sua trajetória rumo a uma nova fase de desenvolvimento sólido e contínuo.
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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.