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Pesquisa Lucro Ativo revela aprovação e desafios da administração de Cinthia Ribeiro
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Uma pesquisa de opinião pública recente conduzida pelo nosso instituto revelou que a administração da prefeita Cíntia Ribeiro em Palmas, Tocantins, tem uma aprovação de 57,4% dos entrevistados. Além disso, 49,5% dos participantes afirmaram que votariam nela novamente. No entanto, a pesquisa também destacou uma campanha negativa contra a prefeita nas redes sociais, levantando questões sobre os desafios enfrentados por sua administração.
Resultados da Pesquisa
De acordo com a pesquisa, a administração de Cíntia Ribeiro é aprovada por 57,4% dos entrevistados. Esse número reflete a satisfação de uma parte significativa da população com as políticas e ações implementadas durante seu mandato. Além disso, 49,5% dos entrevistados indicaram que votariam novamente em Cíntia, demonstrando um apoio considerável para uma possível reeleição.
Campanha nas Redes Sociais
A pesquisa também revelou a existência de uma campanha negativa contra a prefeita Cíntia Ribeiro, disseminada nas redes sociais. Essa campanha, segundo os entrevistados, visa minar a imagem da prefeita e influenciar a opinião pública contra sua administração. As razões para essa oposição incluem críticas a determinadas políticas e decisões tomadas durante seu mandato.
Análise
A disseminação de campanhas negativas nas redes sociais é um fenômeno crescente na política moderna. Essas campanhas podem ter um impacto significativo na percepção pública e, consequentemente, nas eleições. No caso de Cíntia Ribeiro, a pesquisa sugere que, apesar da aprovação majoritária, há uma parcela da população que está sendo influenciada por essas campanhas. Luiz Armando, editor do portal de notícias, comentou: “A campanha contra Cíntia nas redes sociais é um reflexo das tensões políticas atuais e da polarização que vivemos. É crucial que a administração responda de maneira transparente e eficaz para manter a confiança do público”.
A pesquisa destaca tanto os pontos fortes quanto os desafios da administração de Cíntia Ribeiro. Com uma aprovação de 57,4% e 49,5% dos entrevistados dispostos a votar nela novamente, a prefeita tem uma base sólida de apoio. No entanto, a campanha negativa nas redes sociais representa um desafio que precisa ser enfrentado. O futuro político de Cíntia dependerá de sua capacidade de responder a essas críticas e continuar a atender às necessidades da população de Palmas.
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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios
O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.
A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.
Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.
Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.
A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.
A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.
Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.
Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.
O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.
No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.