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Polyana Siqueira Campos: Da atuação social à influência política em Palmas

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Em um cenário político tradicionalmente dominado por figuras masculinas, surge com força uma liderança feminina que desafia padrões e mobiliza bases com ações concretas e discurso sensível à realidade popular: Polyana Siqueira Campos, atual secretária de Assistência Social de Palmas. Mais do que apenas ocupar um cargo de gestão, Polyana constrói silenciosamente uma trajetória que poderá torná-la um dos nomes mais influentes nas eleições de 2026.


Uma nova face do poder: proximidade e ação

Ao assumir a Secretaria de Assistência Social, Polyana adotou um modelo de gestão próximo da população. Sua atuação tem se destacado por medidas que combinam empatia e resultado. A entrega de veículos para reforçar os CRAS, o Centro POP e outros serviços foi mais do que um ato administrativo: foi um sinal claro de que ela compreende a importância da logística e da dignidade no atendimento social.

Em sua gestão, conselheiros tutelares passaram a contar com redução de carga horária — uma demanda antiga da categoria — e condições mais humanas de trabalho. Para quem acompanha de perto os bastidores da política palmense, essas ações têm sido recebidas como indicativos de uma liderança que escuta antes de agir.


Construção de capital político legítimo

Ao contrário de outros nomes que surgem na política por força de heranças partidárias ou arranjos de ocasião, Polyana constrói seu capital político onde a política precisa se fazer presente: nas comunidades mais vulneráveis. Seu trabalho é amplamente reconhecido nos bairros periféricos, especialmente entre mulheres, mães solo e lideranças comunitárias.

Sua atuação durante a campanha de Eduardo Siqueira Campos à prefeitura, em 2024, foi determinante para conquistar o eleitorado feminino. Muitos dos votos atribuídos a ele em regiões carentes tiveram, como origem real, a presença e articulação de Polyana.


Análise crítica: a força de uma liderança fora do script

A ascensão de Polyana incomoda setores conservadores da política local. Sua postura combativa, aliada à escuta ativa e sensibilidade social, coloca em xeque lideranças tradicionais que historicamente ignoraram pautas de assistência. Críticas veladas surgem — como acontece com toda mulher em posição de destaque — mas sem sustentação factual.

É notável como ela evita o palanque fácil e prefere o resultado concreto. Não é figura frequente em embates públicos ou declarações performáticas, mas a política construída por ela é visível no cotidiano de quem depende das políticas públicas de assistência.


2026 no horizonte: candidatura ou influência?

A pergunta que se impõe no meio político é: Polyana será candidata em 2026? Ou usará seu capital político para fortalecer uma frente feminina dentro da base de Eduardo Campos e influenciar alianças estratégicas?

Em qualquer um dos caminhos, é evidente que sua presença será decisiva. A depender da leitura dos próximos movimentos, ela poderá ser nome forte para deputada estadual ou federal, mas também poderá ser o grande “fator de virada” para qualquer nome que deseje contar com apoio popular nas bases.


Conclusão: A política que nasce do cuidado

Polyana Siqueira Campos representa uma nova gramática na política local. Seu poder não nasce do grito, mas do gesto. Não se impõe pelo sobrenome, mas pela ação. Em tempos de desconfiança institucional, sua atuação oferece uma rara combinação: legitimidade popular e capacidade de entrega.

Se a política de 2026 deseja ser renovada com lideranças que sabem onde o povo vive, como vive — e por que precisa ser ouvido — Polyana é um nome que não pode mais ser ignorado.

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Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios

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O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.

A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.

Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.

Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.

A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.

A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.

Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.

Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.

O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.

No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.

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