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Obras de drenagem, terraplanagem e pavimentação estão sendo executadas na Avenida LO-21 e no setor Água Fria

Prefeito Eduardo Siqueira Campos acompanha avanço de obras nas regiões sul e norte de Palmas

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A CAPITAL

Foto: Flávio Cavalera

O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, acompanhou, nesta quarta-feira, 4, o avanço de duas grandes obras de infraestrutura que estão sendo executadas nas regiões sul e norte da cidade. Na primeira visita, na região sul do Plano Diretor, nas obras da Avenida LO-21, acompanhado do secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas, Paulo Cezar Monteiro, Eduardo verificou a implantação das galerias de drenagem para escoamento de águas pluviais, no cruzamento com a Avenida Teotônio Segurado, e os serviços de duplicação e a finalização da pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ), no trecho entre as Avenidas NS-04 e NS-02.

A obra faz parte de um conjunto de melhorias executadas na Avenida LO-21, no trecho que liga a marginal da TO-050 à Avenida NS-05, com drenagem pluvial, para melhor escoamento das águas das chuvas, terraplanagem, pavimentação, sinalização viária e calçadas.

Segundo o prefeito, esse trabalho representa uma grande conquista para a cidade. “Essas obras vão resolver um problema sério de drenagem que há muito tempo causava transtornos aos moradores na época das chuvas, com alagamentos constantes. Além de assegurar o melhor escoamento das águas pluviais, também estamos garantindo um pavimento de qualidade que vai trazer mais segurança nas vias da cidade”, destacou.

Região norte

No setor Água Fria, o prefeito percorreu a obra de requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região, que está sendo executada para resolver o problema de acesso a diversos setores, como Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Fria, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião e Luar do Sertão, além de condomínios e mineradoras. O acesso está sendo duplicado.

A obra contemplará a execução da drenagem pluvial, bueiro celular pré-moldado sobre o córrego Água Fria, além de terraplenagem, pavimentação asfáltica, sinalização viária e calçadas de acessibilidade.

“Estamos trabalhando para garantir um acesso belíssimo aos moradores. Muitas pessoas enfrentaram muitas dificuldades por causa dos problemas com esse acesso, e com o crescimento da nossa cidade, essa situação precisava ser resolvida. É uma demanda antiga dos moradores que está sendo atendida, e um sonho meu”, ressaltou o prefeito.

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A CAPITAL

Sebrae articula apoio de senadores a ajustes na Reforma Tributária para pequenos negócios

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O Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Tocantins mobilizou os senadores Eduardo Gomes e Professora Dorinha Seabra em defesa de mudanças na regulamentação da Reforma Tributária que evitem prejuízos às micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. A pauta inclui a aplicação efetiva da alíquota zero sobre itens da cesta básica e a criação de mecanismos para impedir que estoques adquiridos antes da vigência do novo sistema gerem custos tributários sem compensação. As propostas foram apresentadas durante a 6ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta semana, com representantes das 15 instituições que compõem o Conselho, além dos parlamentares.

A iniciativa integra uma articulação nacional conduzida pelo Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O objetivo é inserir, no debate legislativo, medidas que reduzam possíveis distorções para empresas optantes pelo Simples Nacional durante a implantação do novo sistema de tributação sobre o consumo.

Entre os pontos apresentados está a extensão da alíquota zero da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos produtos da Cesta Básica Nacional comercializados por empresas do Simples Nacional.

Sem esse ajuste, pequenos negócios podem continuar sujeitos a uma parcela de tributação sobre operações que terão alíquota zero para contribuintes enquadrados em outros regimes. Na avaliação do Sebrae, a diferença pode criar desvantagem competitiva para empresas de menor porte, sobretudo em setores ligados ao comércio de alimentos.

A segunda proposta trata da transição para o novo modelo tributário. O pleito prevê crédito presumido sobre estoques existentes em 1º de janeiro de 2027 para empresas do Simples Nacional que optarem pela apuração regular da CBS e do IBS.

A medida tem o objetivo de evitar que produtos adquiridos antes da vigência do novo regime carreguem custos tributários sem possibilidade de compensação. Na visão do Sebrae, a ausência desse mecanismo pode elevar o custo de adaptação das empresas e comprometer a neutralidade tributária prevista na reforma.

Eduardo Gomes, primeiro vice-presidente do Senado Federal, declarou apoio à pauta e informou que poderá contribuir com sua articulação no Senado. A senadora Professora Dorinha também manifestou apoio às propostas apresentadas pelo Conselho Deliberativo Estadual.

Segundo Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a discussão não se limita à redução de impostos. “O ponto central é assegurar que a Reforma Tributária não produza um efeito contrário ao previsto na Constituição, que determina tratamento favorecido às micro e pequenas empresas. A transição precisa preservar competitividade, previsibilidade e segurança jurídica para quem empreende”, afirma.

O Sebrae Tocantins foi o primeiro estado a formalizar a apresentação da pauta aos senadores dentro da mobilização coordenada pelo Conselho Deliberativo Nacional da instituição. A expectativa é que as propostas sejam incorporadas ao debate legislativo ainda neste ano.

No Estado, os pequenos negócios representam 95% das empresas em atividade e respondem por mais de 80% dos empregos gerados no Estado. Essa participação evidencia o peso do segmento na economia local, especialmente nos municípios, onde micro e pequenas empresas sustentam renda, circulação de recursos e oportunidades de trabalho. Para Paulo Carneiro, presidente do Sebrae Tocantins, a regulamentação da Reforma Tributária precisa levar em conta essa realidade. “A simplificação só será efetiva se alcançar quem está na ponta, especialmente as micro e pequenas empresas, que enfrentam maior dificuldade para absorver custos, adaptar sistemas e lidar com regras tributárias complexas”, afirma.

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