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Projeto “Cantigas Quilombolas” lança livros multimídia e gravações inéditas para preservar a memória de comunidades do Tocantins

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O Projeto Vereda anuncia o lançamento de uma nova etapa da iniciativa “Cantigas Quilombolas”, focada no registro e na difusão das referências culturais das comunidades de Mumbuca (Jalapão) e Barra de Aroeira (Santa Tereza do Tocantins). O lançamento oficial ocorrerá no dia 01 de março através das redes sociais do projeto.

 

Premiado pelo Edital PNAB Tocantins nº 33/2024 de Culturas Populares e Tradicionais, o projeto utiliza a oralidade e a educação patrimonial como ferramentas de resistência cultural. Através de vivências musicais e rodas de conversa, a ação mobilizou desde mestres e lideranças até jovens e crianças locais.

 

Inovação e Representatividade

 

O resultado desse intercâmbio geracional materializa-se em dois livros infantis ilustrados e na gravação de duas cantigas tradicionais. As obras foram concebidas no formato multimídia, integrando textos a recursos interativos como vídeos, animações e áudios acessíveis via QR Code.

 

A produção destaca-se pelo protagonismo quilombola em sua ficha técnica com textos de Laurenita Gualberto (Quilombo Lajeado) e Ilustrações de Michelly Rodrigues (Quilombo Barra de Aroeira). Para o coordenador geral Diego Brito, o uso de instrumentos como a viola de buriti e os tambores ancestrais atua como “história viva”. Além disso, a produtora cultural Aline Reis ressalta que a metodologia fortalece o sentimento de pertencimento e está alinhada às diretrizes da Lei 10.639/2003.

 

Sobre o Projeto Vereda: Criado em 2016, o Projeto Vereda dedica-se à educação patrimonial e à música tradicional, desenvolvendo pesquisas comunitárias e formação musical com instrumentos típicos da cultura tocantinense.

 

Serviço

Lançamento do projeto “Cantigas Quilombolas”

Data:  01 de março de 2026

Redes Sociais:

Instagram: www.instagram.com/projetovereda

YouTube: www.youtube.com/projetovereda2016

Realização: Projeto Vereda via Edital PNAB Tocantins nº 33/2024.

 

Ficha Técnica

Coordenação Geral: Diego Brito

Produção Cultural: Aline Reis

Textos: Laurenita Gualberto

Ilustrações: Michelly Rodrigues

Arte Gráfica e Editoração: Rafael Naufel
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Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil

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A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.

A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.


Quem é Germana Pires

Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.

No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.


Papel estratégico da secretaria

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.

A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.


Impactos e vantagens da nomeação

A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:

Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.

Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.

Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.

Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.


Projeção do Tocantins no cenário nacional

O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.

Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.


Contexto político e institucional

A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.

Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.


Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.

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