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Zoneamento Ecológico-Econômico: instrumento político e técnico do planejamento essencial para o desenvolvimento socioeconômico do Tocantins.

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Em 3 de abril deste ano o parlamento estadual recebeu o Projeto de Lei nº 5, de 28 de março de 2025, o qual institui o Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Tocantins – ZEE-TO, e adota outras providências.

 

Em mensagem dirigida ao Presidente da Assembleia, o Governador Wanderlei Barbosa apresenta a seguinte justificativa para a propositura da matéria:

 

A proposta foi concebida como instrumento estruturante da política estadual de planejamento e gestão territorial, fundamentado em estudos científicos e diagnósticos regionais, e estruturado em zonas ecológico-econômicas com diretrizes específicas de uso e ocupação do solo, cujo conteúdo inclui o Plano de Paisagem e o Plano de Ação, aprovados pela Comissão Estadual de Zoneamento Ecológico ­ Econômico do Tocantins – CEZEE-TO e pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente – COEMA.

 

Desse modo, a iniciativa guarda consonância com a Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012, que dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, e com a Lei Estadual nº 4.111, de 5 de janeiro de 2023, que institui a Política Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais, entre outras normas correlatas.

 

Assim, ao oferecer bases técnicas e normativas que orientam o licenciamento ambiental, a elaboração de planos diretores, a alocação de investimentos públicos e privados e o aperfeiçoamento de políticas setoriais nas diversas regiões do território tocantinense, a proposta consubstancia importante instrumento para o planejamento territorial e a gestão ambiental.”

 

O Zoneamento Ecológico-Econômico nada mais é que um instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente, previsto na Lei Federal nº 6.938/1981, regulamentado pelo Decreto Federal nº 4.297/2002 e, em âmbito estadual, tem previsão na Lei nº 2.656/2012, a qual será integralmente substituída pelo projeto de lei ora abordado.

 

O conceito de Zoneamento Ecológico-Econômico estabelecido no projeto está disposto no Art. 1º, que o qualifica como “instrumento de planejamento e ordenamento territorial voltado à promoção do desenvolvimento socioeconômico sustentável, bem como à conservação dos recursos naturais, nos termos desta Lei”.

 

Já os objetivos gerais e específicos estão dispostos nos artigos 4º e 5º. Vejamos:

 

Art. 4º O ZEE-TO tem como objetivo geral promover o desenvolvimento sustentável do Estado do Tocantins, conciliando a conservação dos recursos naturais com o crescimento socioeconômico, por meio da divisão do território em zonas com diretrizes específicas de uso e ocupação do solo.

 

Art. 5º São objetivos específicos do ZEE-TO:

I – dividir o território do Estado em zonas ecológico-econômicas, com base nas características das paisagens e em outros fatores relevantes, para orientar o uso e a ocupação do solo;

II – elaborar cenários para o futuro do Tocantins que orientem o desenvolvimento sustentável e equilibrado do Estado e de cada zona, considerando as tendências demográficas, econômicas e ambientais;

III – estabelecer diretrizes para o uso e a conservação dos recursos naturais, compatibilizando as atividades econômicas com a proteção do meio ambiente e assegurando a disponibilidade dos recursos para as gerações futuras; e

IV – incorporar as necessidades e os interesses da população local no planejamento do uso das paisagens e na gestão do território, promovendo a participação social e a transparência nas decisões.

 

O projeto divide o Estado em 135 Zonas (áreas homogêneas), organizadas em 3 Categorias e 11 Tipos, a saber:

 

Categoria de Zonas Especiais (ZE), subdividida nos seguintes Tipos:

– 8 Zonas Especiais de Unidades de Conservação e Proteção Integral (ZEPI);

– 15 Zonas Especiais de Unidades de Conservação de Uso Sustentável (ZEUS), e

– 9 Zonas Especiais de Terras Indígenas (ZETI).

Categoria de Zonas de Desenvolvimento Integrado (ZDI), subdividida nos seguintes Tipos:

– 18 Zonas de Desenvolvimento Integrado 1 (ZDI-1);

– 12 Zonas de Desenvolvimento Integrado 2 (ZDI-2);

– 11 Zonas de Desenvolvimento Integrado 3 (ZDI-3), e

– 34 Zonas de Desenvolvimento Integrado 4 (ZDI-4).

Categoria de Zonas de Consolidação Estratégica (ZCE), subdividida nos seguintes Tipos:

– 6 Zonas de Consolidação Estratégica 1 (ZCE-1);

– 7 Zonas de Consolidação Estratégica 2 (ZCE-2);

– 8 Zonas de Consolidação Estratégica 3 (ZCE-3), e

– 7 Zonas de Consolidação Estratégica 4 (ZCE-4).

 

As Zonas Especiais são áreas destinadas à conservação ecológica, à proteção de recursos naturais e à salvaguarda de comunidades indígenas.

 

As Zonas de Desenvolvimento Integrado são áreas aptas ao uso direto para fins produtivos, respeitadas as limitações ambientais e a capacidade de suporte dos ecossistemas locais.

 

Por fim, as Zonas de Consolidação Estratégica são áreas com alto potencial para atividades produtivas, tanto extensivas quanto intensivas, que adotem o uso sustentável dos recursos naturais.

 

Dito isto, importante enfatizar que o Zoneamento Ecológico-Econômico não se constitui dos apenas 44 artigos do corpo do projeto de lei. Conforme estabelece o Art. 7º do PL, integram o ZEE-TO os seguintes documentos técnicos:

 

– Caracterização dos atores sociais;

– Síntese de compartimentação da paisagem;

– Diagnóstico ecológico-econômico do Estado do Tocantins;

– Prognóstico ecológico-econômico do Estado do Tocantins;

– Consolidação dos resultados das oficinas técnicas de discussão pública sobre o pré-zoneamento;

– Consolidação dos resultados das reuniões temáticas e das consultas públicas sobre as propostas do plano de zoneamento e do plano de ação;

– Plano da paisagem do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins;

– Plano de ação do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins;

– Síntese do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins.

 

Destes documentos técnicos, os três últimos são os mais relevantes sob o aspecto de aplicabilidade prática do Zoneamento Ecológico-Econômico, tanto por parte dos empreendedores, quanto pelos técnicos do Governo do Estado do Tocantins.

 

O Plano da paisagem do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins é um documento de 448 páginas que “apresenta como conteúdo a essência do zoneamento da paisagem do Tocantins como proposta para instrumentalizar a gestão territorial do estado por meio de legislação específica. Essa proposta corresponde à extensão e atualização do ZEE-TO para todo o território estadual, conforme determinado pela Lei Estadual 2.656/2012[1].

 

Já o Plano de ação do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins é um documento de 260 páginas que “apresenta, de forma estruturada em eixos temáticos de gestão propostos ao ZEE-TO, os principais programas, projetos e ações que deverão ser implementadas no estado para um horizonte de 20 anos, visando um cenário de desenvolvimento sustentável para o estado[2].

 

Por fim, a Síntese do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins, justamente como o nome sugere, refere-se à síntese do Plano da Paisagem do ZEE-TO e “destina-se a dar informação simplificada sobre as características do estado e de seu potencial natural e socioeconômico”; “apresenta também o Plano de Ação do ZEE-TO de forma sintética por meio de exposição das principais linhas de desenvolvimento propostas ao Tocantins, considerando o cenário futuro em um horizonte mínimo de 20 anos[3].

 

Diante do que fora apresentado até o momento, fica evidente a relevância e a necessidade da aprovação do novo Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Tocantins, uma vez que tal matéria tem por fundamento e pressuposto se constituir em “instrumento político e técnico do planejamento, cuja finalidade última é otimizar o uso do espaço e as políticas públicas[4]. Aplicado conforme o que estabelece o Decreto Federal nº 4.297, de 10 de julho de 2002, evidente que proporcionará maior segurança jurídica a gestores públicos e à iniciativa privada economicamente ativa do Estado do Tocantins.

 

Agora, o resultado do trabalho técnico construído por vários especialistas durante muitos anos encontra-se em sua última etapa antes de se tornar lei. É na Assembleia Legislativa que os deputados, empreendedores e a sociedade civil organizada terão a derradeira oportunidade de sanar eventuais omissões, esclarecer fortuitas dubiedades e aprimorar ocasionais circunstâncias sem desnaturar ou desvirtuar a essência da matéria: ser um efetivo instrumento político e técnico de planejamento que visa orientar as políticas públicas e investimentos públicos e privados no território estadual, aliando o desenvolvimento socioeconômico às oportunidades e limitações de cada uma de suas regiões.

 

Enquanto o Brasil acompanha atento a tramitação final do projeto da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que recentemente teve seu texto aprovado no Senado com a inclusão da Licença Ambiental Especial (LAE), um procedimento inovador e desburocratizado baseado em uma única licença, de rito especial, com dispensa de etapas e prioridade na análise, nós, aqui no Tocantins, acompanhamos atentos a tramitação final do projeto do Zoneamento Ecológico-Econômico ansiosos para que tal matéria reduza drasticamente a burocracia imposta ao livre exercício da atividade econômica e estimule o desenvolvimento socioeconômico de nosso Estado, sem perder o foco da preservação ambiental.

 

 

 

*Gustavo Bottós de Paula é pai, casado, advogado formado pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, pós-graduado em Direito Público, Direito Civil e Direito Processual Civil e consultor e instrutor credenciado junto ao SEBRAE Tocantins. Ocupou, dentre outros, os cargos de: Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Palmas (2012); Subsecretário de Estado da Saúde do Tocantins (2015); Secretário-Executivo de Desenvolvimento Urbano e Serviços Regionais de Palmas (biênio 2020/2021); Secretário de Desenvolvimento Econômico e Emprego de Palmas (2022), Secretário de Governo e Relações Institucionais de Palmas (2024) e Secretário da Casa Civil de Palmas (biênio 2023/2024).

 

 

[1] Disponível em: https://zee.seplan.to.gov.br/produtos-zee-to/relatorios-tecnicos/zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—produtos-tecnicos-/relatorios-tecnicos/zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—produtos-tecnicos-/relatorio-final-tomo-i—plano-da-paisagem-do-zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—versao-2025/

[2] Disponível em: https://zee.seplan.to.gov.br/produtos-zee-to/relatorios-tecnicos/zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—produtos-tecnicos-/relatorios-tecnicos/zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—produtos-tecnicos-/relatorio-final-tomo-ii—plano-de-acao-do-zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—versao-2025/

[3] Disponível em: https://zee.seplan.to.gov.br/relatorios-tecnicos/zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—produtos-tecnicos-/relatorio-final-tomo-iii—sintese-do-zoneamento-ecologico-economico-do-tocantins—versao-2020/

[4] Conceito adotado pelo documento “Diretrizes Metodológicas para o Zoneamento Ecológico-Econômico do Brasil”, publicado pelo Ministério do Meio Ambiente, disponível em https://antigo.mma.gov.br/gestao-territorial/zoneamento-territorial/item/7529.html

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Pesquisa da Lucro Ativo aponta liderança de Dorinha na disputa pelo Governo, consolidação de Eduardo Gomes e avanço de Gaguim na modalidade estimulada.

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Levantamento realizado entre os dias 21 e 25 de julho ouviu 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado. Pesquisa mostra vantagem consolidada na disputa pelo Governo, liderança de Eduardo Gomes na corrida ao Senado e elevado número de indecisos nas eleições proporcionais.

A mais recente pesquisa eleitoral realizada pelo instituto Lucro Ativo, registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) sob o número TO-00437/2026, apresenta um retrato do cenário político tocantinense a pouco mais de dois meses do início oficial da campanha eleitoral.

O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 25 de julho de 2026, por meio de entrevistas presenciais com 1.500 eleitores distribuídos em todas as regiões do Estado. A pesquisa possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Os resultados mostram uma liderança consistente da deputada federal Prof. Dorinha Seabra (União Brasil) na disputa pelo Governo do Estado e colocam o senador Eduardo Gomes (PL) como principal nome na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal. Já as disputas para deputado federal e deputado estadual seguem bastante pulverizadas, com elevado percentual de eleitores que ainda não definiram seus candidatos.


Dorinha lidera na pesquisa espontânea para o Governo

No cenário espontâneo — quando o entrevistador não apresenta qualquer lista de candidatos — a deputada federal Prof. Dorinha Seabra aparece com 33,40% das intenções de voto.

A vantagem sobre os demais concorrentes é significativa. O deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB) ocupa a segunda colocação com 24,33%, enquanto Laurez Moreira (PSD) registra 6,60%.

Na sequência aparecem Ataídes Oliveira (NOVO), com 2,73%, Witer Naves (PSOL), com 0,27%, além de outros nomes que somam 2,60%.

Outro dado importante revelado pela pesquisa é o tamanho do eleitorado que ainda não consolidou sua escolha. Os indecisos representam 17,93%, enquanto 10,07% afirmaram não saber responder e 2,07% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto.


Pesquisa estimulada amplia vantagem de Dorinha

Quando os eleitores recebem uma lista com os nomes dos pré-candidatos, a liderança de Dorinha cresce.

Nesse cenário estimulado, ela alcança 37,40% das intenções de voto, abrindo uma diferença de 10,4 pontos percentuais sobre Vicentinho Júnior, que aparece com 27,00%.

Laurez Moreira mantém a terceira colocação com 9,60%, seguido por Ataídes Oliveira, com 2,87%, e Witer Naves, com 0,60%.

Os dados também mostram redução do percentual de indecisos para 13,60%, indicando que parte do eleitorado possui preferência, mas ainda não recorda espontaneamente o nome do candidato.

Brancos e nulos representam 2,40%, enquanto 6,53% não responderam.


Rejeição mostra espaço para crescimento dos candidatos

Além das intenções de voto, a pesquisa mediu o índice de rejeição dos pré-candidatos ao Palácio Araguaia, indicador que revela em quais nomes o eleitor afirma não votar de forma alguma.

Vicentinho Júnior apresenta a maior rejeição, com 26,20%.

Em seguida aparecem Prof. Dorinha Seabra, com 20,13%, e Laurez Moreira, com 19,27%.

Ataídes Oliveira registra 5,47%, enquanto Witer Naves soma 2,73%.

Outro dado relevante é que 17,20% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos candidatos apresentados, indicando que parte do eleitorado permanece aberta a diferentes opções.

 


Eduardo Gomes lidera disputa ao Senado

Na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal, o senador Eduardo Gomes aparece como o nome mais lembrado pelos eleitores.

Na pesquisa espontânea, ele registra 30,40% das citações.

Em seguida aparecem Carlos Gaguim (16,87%), Alexandre Guimarães (11,67%), Ronaldo Dimas (8,13%), Irajá Abreu (6,73%), Eli Borges (6,53%), Vanderlei Luxemburgo (6,20%), Fábio Ribeiro (3,80%), Paulo Mourão (2,93%) e Carlos Veloso (2,00%).

Como cada eleitor pode indicar dois candidatos ao Senado, a soma dos percentuais pode ultrapassar 100%, conforme previsto na metodologia da pesquisa.


Gaguim amplia desempenho na estimulada e confirma base eleitoral consolidada

Na pesquisa estimulada, quando os eleitores recebem uma lista com os nomes dos pré-candidatos, o senador Eduardo Gomes amplia sua vantagem e alcança 38,93% das citações, consolidando-se como o principal nome na disputa pelas duas vagas do Tocantins no Senado Federal.

Na segunda colocação aparece o ex-governador Carlos Gaguim, com 26,80% das intenções de voto. O resultado representa um crescimento de quase dez pontos percentuais em relação ao cenário espontâneo, quando registrou 16,87%, indicando uma base eleitoral consolidada e um eleitorado que reconhece seu nome quando ele é apresentado na lista de candidatos. O desempenho também reforça sua capilaridade política em diversas regiões do Estado, mantendo-o como um dos principais concorrentes ao Senado.

Na sequência aparecem Alexandre Guimarães (19,87%), Ronaldo Dimas (13,67%), Irajá Abreu (10,80%), Eli Borges (6,27%), Vanderlei Luxemburgo (5,33%), Paulo Mourão (2,27%), Fábio Ribeiro (2,07%) e Carlos Veloso (1,27%).

Os resultados da pesquisa estimulada reforçam o favoritismo de Eduardo Gomes e mostram uma disputa pela segunda vaga em que Carlos Gaguim se apresenta como o principal perseguidor, sustentado por um desempenho consistente quando seu nome é apresentado aos eleitores.

 


Rejeição ao Senado

A pesquisa também avaliou o índice de rejeição entre os pré-candidatos ao Senado.

Paulo Mourão lidera esse indicador com 15,67%.

Na sequência aparecem Irajá Abreu (14,33%), Alexandre Guimarães (13,53%), Carlos Gaguim (13,20%) e Eduardo Gomes (7,07%).

Outros 7,87% afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes pesquisados.


Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada pelo instituto Lucro Ativo entre os dias 21 e 25 de julho de 2026, com entrevistas presenciais aplicadas a 1.500 eleitores em todas as regiões do Tocantins.

A amostra foi construída considerando critérios de sexo, faixa etária, escolaridade, renda familiar e distribuição geográfica do eleitorado tocantinense.

O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins é o nº TO-00437/2026.

Os resultados retratam o momento da pré-campanha eleitoral e indicam um cenário de vantagem para Prof. Dorinha Seabra na disputa pelo Governo do Estado e de Eduardo Gomes na corrida ao Senado. Já as eleições proporcionais permanecem abertas, com elevado número de eleitores ainda sem definição de voto, o que indica possibilidade de mudanças no decorrer da campanha.

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