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Tocantins celebra 37 anos de história e destaca força dos pequenos negócios no Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa
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O Estado do Tocantins completou, neste dia 5 de outubro, 37 anos de criação. São quase quatro décadas de história, desafios e conquistas que marcaram a trajetória de um dos estados mais jovens do Brasil. Criado pela Constituição de 1988, o Tocantins nasceu com o sonho de desenvolvimento econômico, social e cultural para uma região até então esquecida. Hoje, esse sonho se torna cada vez mais real com um povo trabalhador, criativo e determinado a transformar seu território em um lugar de oportunidades.
Coincidentemente, o dia 5 de outubro também é marcado por outra importante celebração: o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Essa data é dedicada a reconhecer a importância dos pequenos negócios para a economia brasileira, especialmente para estados em desenvolvimento, como o Tocantins. Ao unir essas duas comemorações, fica evidente o papel estratégico que as micro e pequenas empresas exercem no fortalecimento econômico e social do Tocantins.
O Tocantins surgiu oficialmente em 1988, desmembrado do Estado de Goiás e desde então, construiu uma identidade própria, valorizando suas riquezas naturais, sua cultura diversa e a hospitalidade do seu povo. De norte a sul, o estado apresenta cenários únicos, como o Jalapão, as praias de água doce, o artesanato, as tradições religiosas e um enorme potencial para o agronegócio, turismo e comércio. Ao longo dos anos, o Tocantins se destacou pelo crescimento populacional e pela urbanização de cidades que antes eram pequenas vilas. Palmas, a capital mais jovem do Brasil, tornou-se símbolo dessa transformação. Mas não apenas a capital avançou; municípios menores também experimentaram progresso graças à força do empreendedorismo local.
No Tocantins, assim como no restante do país, as micro e pequenas empresas são responsáveis por gerar grande parte dos empregos formais. De acordo com dados do Sebrae, esse segmento responde por mais de 90% dos negócios do Estado, movimentando setores como comércio, serviços, alimentação, turismo e agricultura familiar. São empreendedores que, mesmo diante dos desafios, acreditam no potencial do Tocantins e investem para crescer junto com ele. Em cidades pequenas, onde grandes empresas ainda não chegaram, os micros e pequenos negócios garantem renda, movimentam a economia local e fortalecem a comunidade. Bares, restaurantes, pousadas, salões de beleza, oficinas mecânicas, mercadinhos de bairro e tantas outras atividades são exemplos de como o empreendedorismo está presente no dia a dia dos tocantinenses.
A coincidência do aniversário do Tocantins com o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa reforça uma mensagem importante: o futuro do Estado passa, necessariamente, pelo fortalecimento do empreendedorismo local. Quando um pequeno negócio cresce, ele não beneficia apenas o seu proprietário; beneficia a comunidade inteira, gerando empregos, aumentando a arrecadação e estimulando o desenvolvimento regional. Empreendedores tocantinenses têm mostrado criatividade e inovação para superar crises e se destacar em meio à concorrência. Muitos negócios familiares, por exemplo, já atravessam gerações, mantendo viva a tradição e adaptando-se aos novos tempos, seja com o uso da tecnologia, seja com novos modelos de gestão. Esse dinamismo é essencial para um estado jovem como o Tocantins, que ainda busca diversificar sua economia e atrair investimentos. Com o apoio certo, os micros e pequenos empresários podem ser protagonistas dessa transformação, tornando o Tocantins uma referência nacional em empreendedorismo e desenvolvimento sustentável.
Ao celebrar seus 37 anos, o Tocantins reafirma seu compromisso com o crescimento econômico e social. O potencial do estado é enorme: terras férteis, recursos naturais abundantes, posição estratégica no mapa do Brasil e um povo trabalhador. Mas é no empreendedorismo que mora uma de suas maiores forças.
Valorizar e apoiar as micro e pequenas empresas significa investir diretamente no futuro do Tocantins. Essas empresas não são apenas números em estatísticas; são histórias de vida, sonhos que se concretizam e contribuem para um estado mais próspero e justo. Neste 5 de outubro, o Tocantins comemorou seu aniversário e, junto, a força dos pequenos negócios. Que essa data sirva de inspiração para que governo, sociedade civil e iniciativa privada continuem unindo esforços para apoiar o empreendedorismo local e transformar os próximos anos em um período de crescimento e oportunidades para todos.
Parabéns, Tocantins, pelos seus 37 anos! E parabéns também aos micros e pequenos empreendedores que ajudam a escrever, todos os dias, essa história de trabalho, coragem e esperança.
Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP
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O Delírio de Grande Arquiteto: O Rei que Esqueceu de Ser Humano
Era uma vez, em um mundo não muito distante do nosso, um governante chamado Viktor Magnus. Ele presidia a nação de Aurélia, uma potência tecnológica e militar que brilhava tanto quanto o ouro negro que ele tanto cobiçava. Viktor não se via apenas como um presidente. Em sua mente, ele era o dono do tabuleiro, e todos os outros países eram meras peças de xadrez esperando para serem movidas. O discurso de Viktor era sempre o mesmo, carregado de uma retórica inflamada sobre justiça. “Precisamos libertar nossos vizinhos das garras da tirania!”, gritava ele em rede nacional, enquanto assinava ordens de invasão.
No entanto, por trás das cortinas de fumaça e do barulho dos canhões, a realidade era outra: Petróleo: Onde Viktor via uma “ditadura a ser derrubada”, especialistas viam poços de petróleo. Ele não hesitava em transformar cidades históricas em pó, deixando um rastro de destruição que pouco lembrava a “democracia” prometida. Para Viktor, os cidadãos estrangeiros eram apenas números em relatórios de danos colaterais. Sua empatia terminava onde começava a fronteira de seus interesses.
A arrogância de Viktor atingiu seu ápice quando ele decidiu confrontar o Grande Guardião, uma liderança espiritual respeitada em todos os continentes por sua sabedoria e pregação da paz. Viktor o chamou de “FRACO” e ainda publicou uma foto como se fosse o maior ser de todo mundo.
Foi um erro de cálculo. A santidade não revidou com armas, mas o mundo inteiro sentiu o peso daquela desfeita. A aura de “herói do povo” que Viktor tentava manter começou a rachar de forma irreversível.
O que muitos não sabiam, mas começavam a sussurrar nas esquinas de Aurélia era que o passado de Viktor estava manchado por uma antiga relação de amizade, com a presença de seu nome em documentos e registros de voos, na rede de tráfico sexual de menores organizada por “amigos” e gente influente em Aurélia e em todo mundo.
Hoje, o clima dentro da própria Aurélia é de uma tensão silenciosa. Economia em frangalhos, enquanto gastava bilhões em guerras externas. Manifestações são reprimidas, mas o descontentamento brilha nos olhos de cada cidadão. Nas mesas de jantar e nas padarias, o assunto é um só: quanto tempo falta para esse governo autoritário finalmente chegar ao fim?
“Um trono construído sobre a miséria alheia é, na verdade, uma cadeira elétrica esperando que alguém ligue a chave.” — Ditado popular em Aurélia.
O reinado de Viktor Magnus serve como um lembrete sombrio de que o poder absoluto não é um escudo contra a história. Mais cedo ou mais tarde, a sede de ser o “dono do mundo” acaba por deixar o governante sozinho, em um palácio de ecos, esperando pelo julgamento de seu próprio povo.
Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP
