FINANÇAS
Governo do Tocantins realiza curso sobre Programa de Integridade e Gestão de Risco
FINANÇAS
O Governo do Tocantins, por meio da Controladoria-Geral do Estado (CGE-TO), realiza dos dias 11 a 13 de maio o curso “Programa de Integridade e Gestão de Risco: práticas e experiências da CGE Goiás”. Nos três dias, a capacitação acontece nos horários das 8h às 12h e das 14 às 18h, no auditório do órgão, voltada aos membros e aos do Conselho de Governança Pública do Estado (CGov-TO), do qual faz parte o Comitê Interno de Governança da Secretaria da Fazenda (Sefaz- TO).
O objetivo é capacitar os servidores e as servidoras nos modelos, práticas e experiências exitosas do Estado de Goiás para a Implantação do Programa de Compliance Público no Poder Executivo do Estado do Tocantins.
O Comitê Interno de Governança(Cig) da Sefaz-TO foi instituído pela Portaria nº 202 com a missão de implantar a política de governança pública no âmbito da pasta.
O curso, do qual participaram alguns membros do Cig-Sefaz-TO, terá como instrutores, o gerente de Compliance da CGE-GO, Adriano Abreu de Castro; o assessor de Harmonização e Gestão Estratégica da CGE-GO, Antônio Fábio Jubé Ribeiro; e a assessora de Controle Interno da Secretaria da Saúde do Estado de Goiás, Alessandra Scartezini.
Conselho
O decreto estabeleceu a criação do Conselho de Governança Pública (CGov), com a finalidade de assessorar o governador na condução da política e na formulação de diretrizes para ações. O CGov é composto pelos titulares das seguintes pastas: Casa Civil; Controladoria – Geral do Estado (CGE-TO); CGE-TO; Procuradoria-Geral do Estado (PGE); Universidade Estadual do Tocantins (Unitins); e as secretarias de Estado da Fazenda (Sefaz); do Planejamento e Orçamento (Seplan); e da Administração (Secad).
A principal atribuição do CGov é auxiliar os órgãos e as entidades do Poder Executivo Estadual no aperfeiçoamento de políticas e nos procedimentos de prevenção à corrupção e promoção da integridade.
Comitê Interno de Governança
O Comitê Interno de Governança da Sefaz-TO é composto por servidores representantes de diversos setores: Gabinete do Secretário, Gabinete do Secretário-executivo da Gestão Tributária, Superintendência de Administração e Finanças, Superintendência de Contabilidade Geral, Superintendência de Compras e Central de Licitação, Superintendência do Tesouro Estadual, Diretoria de Grandes Contribuintes, Diretoria da Escola Fazendária, Assessoria de Planejamento e Gerência de Gestão de Pessoas.
Após o curso Programa de Integridade e Gestão de Risco, o Comitê Interno de Governança irá traça o plano de governança da Sefaz.
Com informações Ascom/CGE-TO
BRASIL
Banco do Brasil amplia renegociação do FIES pelo Desenrola e oferece nova chance para estudantes endividados
O avanço das dívidas estudantis no Brasil transformou o financiamento universitário em um dos principais desafios financeiros enfrentados por jovens e adultos nos últimos anos. Em meio a esse cenário, o programa Desenrola ganhou força como alternativa para quem busca reorganizar a vida financeira, especialmente entre estudantes e ex-estudantes com pendências relacionadas ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).
O Banco do Brasil, uma das principais instituições financeiras participantes das ações de renegociação, passou a ampliar as condições especiais para contratos em atraso, oferecendo descontos, parcelamentos ampliados e facilidades de pagamento voltadas à regularização de débitos estudantis.
A iniciativa surge em um momento em que milhares de brasileiros convivem com restrições no CPF, dificuldade de acesso ao crédito e limitações financeiras provocadas pelo acúmulo de parcelas atrasadas do financiamento universitário.
Dívida do FIES impacta vida financeira de milhares de famílias
Criado para democratizar o acesso ao ensino superior, o FIES possibilitou que milhões de estudantes ingressassem em universidades privadas em todo o país. Porém, após a formação acadêmica, muitos beneficiários encontraram dificuldades para cumprir os pagamentos, principalmente diante do desemprego, da baixa renda e da instabilidade econômica dos últimos anos.
O resultado foi o crescimento da inadimplência em contratos estudantis, afetando diretamente a capacidade financeira de milhares de brasileiros.
Além dos juros acumulados, muitos ex-estudantes passaram a enfrentar:
- Nome negativado;
- Restrição bancária;
- Dificuldade para financiar imóveis e veículos;
- Limitação no acesso a crédito;
- Problemas para abertura de empresas e contratação de serviços financeiros.
Em muitos casos, a dívida do FIES deixou de ser apenas uma obrigação educacional e passou a comprometer toda a estrutura financeira familiar.
Desenrola cria oportunidade de recomeço financeiro
Com foco na renegociação de débitos, o programa Desenrola passou a permitir condições mais acessíveis para regularização de contratos vinculados ao financiamento estudantil.
Dependendo do perfil da dívida e do tempo de inadimplência, os contratos podem receber descontos relevantes sobre juros e encargos, além de parcelamentos mais longos e adequados à realidade financeira dos consumidores.
Entre as possibilidades oferecidas estão:
- Redução de juros acumulados;
- Parcelamento em maior número de vezes;
- Condições especiais para pagamento à vista;
- Negociação digital pelos canais bancários;
- Retirada do nome dos órgãos de proteção ao crédito após regularização.
A expectativa do setor financeiro é que o programa continue registrando aumento na procura ao longo de 2026, principalmente entre jovens profissionais que buscam recuperar estabilidade financeira e reorganizar o orçamento pessoal.
Recuperação do crédito virou prioridade
Especialistas apontam que a renegociação do FIES representa mais do que apenas o pagamento de uma dívida antiga. Para muitos brasileiros, trata-se da possibilidade de recuperar acesso ao sistema financeiro e reconstruir planejamento de vida.
Com a regularização, consumidores conseguem melhorar a pontuação de crédito, ampliar capacidade de financiamento e voltar a ter acesso a serviços bancários com melhores condições.
Além disso, o cenário atual mostra que muitos ex-estudantes buscam resolver pendências financeiras antes de assumir novos compromissos, como aquisição de imóvel, abertura de negócio próprio ou investimentos profissionais.
Atendimento pode ser feito digitalmente
Os interessados em verificar condições de renegociação podem consultar os canais oficiais do Banco do Brasil, incluindo aplicativo, internet banking e atendimento presencial nas agências.
Informações complementares também estão disponíveis nos canais oficiais do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e no Portal Gov.br.
Educação e recomeço financeiro
Para milhares de brasileiros, o financiamento estudantil representou a oportunidade de acesso à graduação e construção profissional. Agora, programas de renegociação como o Desenrola passam a funcionar como uma alternativa de recuperação financeira, permitindo que estudantes e ex-estudantes possam reorganizar a vida econômica sem carregar indefinidamente os impactos da inadimplência.
A expectativa é que novas adesões continuem sendo registradas nos próximos meses, impulsionadas pelo aumento da busca por recuperação de crédito e estabilidade financeira em todo o país.
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