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Adm. Francisco Costa (Xikym) Assume Posição de Destaque na OLA e Representa Brasil com Orgulho

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Eleito Conselheiro e Coordenador do Conselho Fiscalizador, Xikym Destaca Importância da Administração Latino-Americana

Nesta quinta-feira, 11 de outubro de 2024, a cidade de Sucre, na Bolívia, foi palco de um momento histórico para a administração latino-americana. O Administrador tocantinense Francisco Costa, conhecido como Xikym, foi eleito conselheiro titular e coordenador do conselho fiscalizador da Organização Latino Americana de Administração (OLA) para o mandato de 2024/2026.

Uma Nova Responsabilidade

Em seu discurso após a eleição, Xikym expressou sua gratidão e entusiasmo. “Representar o Brasil na OLA é uma grande honra. Sinto-me lisonjeado pela confiança dos pares latinos-americanos em me eleger Coordenador do Conselho Fiscalizador dessa importante organização internacional. Sou muito grato também ao CFA, nas pessoas do nosso presidente e do vice-presidente, por posicionar a valorização da nossa profissão a nível nacional e internacionalmente”, declarou.

Destaques Brasileiros na OLA

O sucesso do Brasil na OLA não se restringe apenas a Xikym. O Administrador Gilmar Camargo, atual vice-presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), foi eleito vice-presidente da OLA. Além disso, o Administrador Inácio Guedes também conquistou um cargo relevante, sendo escolhido para integrar o tribunal de ética da organização.

A OLA e Seus Objetivos

A Organização Latino Americana de Administração congrega entidades de Administração de diversos países da América Latina e Caribe. Seu principal objetivo é desenvolver a ciência da Administração entre os países membros, promovendo a colaboração e o intercâmbio de conhecimentos.

Nova Diretoria da OLA

Durante a Assembleia Geral realizada em Sucre, foi eleita por unanimidade a nova diretoria da OLA para o biênio 2024/2026. O Lic. Dr. José Luis Sotelo Torpoco, do CLAD Perú, assume a presidência, enquanto Gilmar Camargo, do CFA Brasil, assume a vice-presidência da zona sul. Outras posições importantes incluem:

  • Vice-presidente Zona Norte: Lic. Carlos Santos, de ASPAE El Salvador
  • Secretário: Lic. Wilfrido Lomaquís, do CAPY Paraguay
  • Diretor Financeiro: Lic. Violeta Calderón, do CLAD Perú
  • Diretor Adjunto: Lic. Marcelo Guillen, do CADEB Bolivia

As eleições na OLA não apenas destacam a relevância do Brasil na cena administrativa latino-americana, mas também reforçam o compromisso dos profissionais brasileiros em elevar os padrões da administração na região. Com líderes como Francisco Costa (Xikym) e Gilmar Camargo, a expectativa é de que a OLA avance significativamente nos próximos anos, fortalecendo a integração e o desenvolvimento profissional entre os países da América Latina e do Caribe.

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Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil

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A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.

A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.


Quem é Germana Pires

Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.

No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.


Papel estratégico da secretaria

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.

A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.


Impactos e vantagens da nomeação

A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:

Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.

Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.

Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.

Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.


Projeção do Tocantins no cenário nacional

O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.

Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.


Contexto político e institucional

A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.

Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.


Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.

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