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Francisco Costa (Xikym), Tocantinense de Destaque, é Reeleito Diretor de Administração e Finanças do CFA, Reafirmando Liderança Nacional na Profissão

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Em uma cerimônia marcada pela valorização da profissão de Administrador no Brasil, Francisco Almeida Costa, conhecido como Xikym, foi reeleito como Diretor Executivo de Administração e Finanças do Conselho Federal de Administração (CFA) para o biênio 2025-2026. Representando o estado do Tocantins, Xikym reforçou seu compromisso e o fortalecimento da profissão em âmbito nacional.

É uma honra assumir uma das importantes diretorias do Conselho Federal de Administração e representar o Tocantins no Pleno do CFA. Sinto-me muito honrado pela confiança dos demais conselheiros federais de todo o Brasil. Isso demonstra o reconhecimento quanto à minha contribuição no biênio 2023-2024. Sei da responsabilidade do cargo, mas também me sinto preparado para continuar cumprindo o mister, junto com os demais diretores e conselheiros federais, fazer uma gestão compartilhada com os regionais em prol da valorização da profissão no Brasil”, afirmou o Diretor reeleito.

Trajetória de Xikym

Natural de Pequizeiro, no interior do Tocantins, Francisco Costa construiu uma trajetória sólida e admirável na área de Administração. Graduado pela Universidade Federal do Tocantins, ele complementou sua formação com um MBA em Gestão Empresarial pela FGV e um Mestrado Internacional em Administração pela MUST University, nos Estados Unidos. Além disso, é perito em Administração, destacando-se pela expertise técnica e capacidade de gestão.

Com uma carreira marcada pela dedicação à gestão e pela valorização da profissão de Administrador, Francisco Costa (Xikym) acumula uma série de cargos estratégicos em organizações nacionais e internacionais, onde sua atuação tem se destacado pela inovação e eficiência.

Cargos Atuantes:

1️⃣ Diretor de Administração e Finanças do Conselho Federal de Administração (CFA): Reeleito para o biênio 2025-2026, Francisco desempenha um papel crucial na gestão financeira e administrativa da principal entidade reguladora da profissão no Brasil, garantindo que os recursos e processos estejam alinhados aos objetivos de valorização da Administração.

2️⃣ Vice-Presidente do Conselho Fiscal – CDE/Sebrae-TO: No Sebrae Tocantins, Francisco contribui para o desenvolvimento de políticas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios, assegurando a integridade e eficiência na fiscalização e controle financeiro da entidade.

3️⃣ Membro da Diretoria Econômico-Financeira da Organização Latino-Americana de Administração (OLA): Representando o Brasil em uma instituição de alcance continental, Francisco Costa atua na promoção do intercâmbio de boas práticas de gestão e no fortalecimento da Administração como pilar de desenvolvimento econômico na América Latina.

4️⃣ Conselheiro Federal – CFA: Como conselheiro, ele representa o estado do Tocantins no Pleno do Conselho Federal de Administração, participando de decisões estratégicas e contribuindo diretamente para o fortalecimento da profissão em âmbito nacional.

5️⃣ Conselheiro Fiscal – Sebrae-TO: Francisco também integra o Conselho Fiscal do Sebrae Tocantins, onde fiscaliza e orienta a aplicação dos recursos em projetos que impactam diretamente o empreendedorismo e o desenvolvimento local.

Como conselheiro federal pelo Tocantins no CFA, Xikym tem promovido iniciativas voltadas à valorização do profissional de Administração, incluindo ações em parceria com os Conselhos Regionais, capacitações e eventos de integração da categoria.

A nova Diretoria Executiva do CFA (2025-2026)

Durante a cerimônia de posse, foi apresentada a composição completa da Diretoria Executiva do CFA para o próximo biênio. Cada integrante traz uma bagagem significativa para o fortalecimento das ações em prol da Administração no Brasil.

  • Presidente: Adm. Leonardo Macedo
  • Vice-presidente: Adm. Gilmar Camargo
  • Diretor de Administração e Finanças: Adm. Francisco Costa
  • Diretor de Fiscalização e Registro: Adm. Sérgio Rauber
  • Diretor de Formação e Educação: Adm. Júlio Rezende
  • Diretor de Comunicação e Marketing: Adm. Gelson Uecker
  • Diretor de Eventos e Promoções: Adm. Inácio Guedes
  • Diretor de Gestão Pública: Adm. Emerson Clayton Arantes
  • Diretor de Governança e Controle: Adm. Fábio Macedo
  • Diretor de Serviços aos Registrados: Adm. Jaylson Mendonça

Compromisso com a valorização da profissão

O Conselho Federal de Administração (CFA) tem um papel crucial na regulamentação e fortalecimento da profissão de Administrador no Brasil. Composta por lideranças de diferentes regiões, a nova diretoria reforça seu compromisso com uma gestão inovadora, ética e orientada às necessidades dos profissionais registrados.

Francisco Costa, ao reassumir seu posto, reafirmou que a integração entre os Conselhos Regionais e o CFA será uma prioridade. “Queremos continuar ampliando os horizontes para os Administradores brasileiros, promovendo capacitações, modernizando processos e garantindo que a profissão seja cada vez mais valorizada no mercado de trabalho e na sociedade”, concluiu.

Sobre o CFA:
O Conselho Federal de Administração é uma autarquia responsável pela normatização e fiscalização da profissão de Administrador no Brasil, com foco no desenvolvimento da gestão pública e privada. Fundado em 1968, o CFA tem como objetivo contribuir para a excelência da Administração no país.

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Urbanista tocantinense é convidada para secretaria no MCTI e pode impulsionar inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento regional no Brasil

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A urbanista e professora universitária Germana Pires foi convidada a integrar a equipe do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, onde deve assumir a Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social. O convite foi feito pela ministra Luciana Santos, dentro de uma estratégia do governo federal de reforçar políticas públicas voltadas à inovação com foco em inclusão produtiva e redução das desigualdades regionais.

A indicação ocorre em um momento de reorientação da política nacional de ciência e tecnologia, com ênfase na descentralização dos investimentos e na ampliação do acesso a oportunidades fora dos grandes centros econômicos do país.


Quem é Germana Pires

Com atuação reconhecida nas áreas de desenvolvimento territorial, planejamento urbano e políticas públicas, Germana Pires construiu uma trajetória técnica voltada à organização do espaço urbano e à estruturação de regiões em expansão. Sua experiência inclui projetos ligados à sustentabilidade, viabilidade econômica e planejamento estratégico de cidades, com foco em eficiência e integração entre diferentes setores.

No meio acadêmico, sua atuação como professora também contribuiu para a formação de quadros técnicos, especialmente em temas relacionados ao desenvolvimento regional e à gestão urbana. Esse perfil híbrido — técnico e acadêmico — é visto como um diferencial para a condução de políticas públicas complexas.


Papel estratégico da secretaria

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, que deve ser ocupada pela urbanista, tem como atribuição central promover a conexão entre produção científica, inovação e impacto social. Na prática, isso envolve o desenvolvimento de programas que utilizem tecnologia e conhecimento para melhorar a qualidade de vida da população, gerar emprego e estimular economias locais.

A área é considerada estratégica dentro do MCTI por atuar diretamente na redução de desigualdades, especialmente ao fomentar iniciativas em regiões com menor acesso a infraestrutura tecnológica e investimentos.


Impactos e vantagens da nomeação

A possível nomeação de Germana Pires traz uma série de implicações positivas no campo político, econômico e institucional:

Interiorização da inovação
A presença de uma profissional com experiência em regiões fora dos grandes centros reforça a tendência de descentralização das políticas de inovação, ampliando o alcance de programas federais para estados como o Tocantins e toda a região Norte.

Fortalecimento de economias emergentes
A atuação técnica voltada à viabilidade econômica de territórios em expansão pode contribuir para a criação de ambientes mais competitivos, atraindo investimentos e estimulando cadeias produtivas locais.

Integração entre ciência e setor produtivo
A secretaria tem papel chave na articulação entre universidades, governos e empresas. A expectativa é de maior alinhamento entre pesquisa científica e demandas reais da economia, aumentando a eficiência das políticas públicas.

Redução de desigualdades regionais
Ao direcionar esforços para inclusão produtiva e acesso à tecnologia, a agenda reforça mecanismos de desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do país.


Projeção do Tocantins no cenário nacional

O convite também representa um avanço simbólico e institucional para o Tocantins. A indicação de uma profissional com atuação no estado para um cargo estratégico no governo federal evidencia o reconhecimento da capacidade técnica desenvolvida em regiões consideradas emergentes.

Além disso, amplia a visibilidade do estado no debate nacional sobre inovação e desenvolvimento, criando oportunidades para maior interlocução com políticas federais e possíveis investimentos futuros.


Contexto político e institucional

A escolha feita pela ministra Luciana Santos está alinhada à diretriz do governo federal de utilizar a ciência e a tecnologia como vetores de transformação social. O foco atual da pasta inclui não apenas o avanço tecnológico, mas também sua aplicação prática na լուծção de problemas estruturais do país, como desigualdade, baixa produtividade e falta de acesso a oportunidades.

Nesse cenário, a chegada de Germana Pires ao núcleo estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tende a reforçar uma abordagem mais territorializada das políticas públicas, com maior sensibilidade às especificidades regionais.


Caso a nomeação seja confirmada, a expectativa é que sua gestão contribua para consolidar uma agenda nacional baseada na integração entre inovação, desenvolvimento sustentável e inclusão social, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo o papel da ciência como instrumento de transformação econômica e regional no Brasil.

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