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A ação “Doe um livro, espalhe conhecimento” vai até dia 30 deste mês e tem o objetivo de arrecadar pelo menos 200 livros

Sebrae realiza arrecadação de livros para incentivar a leitura e o pensamento crítico

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A CAPITAL

O programa Educação Empreendedora do Sebrae, em parceria com a escola municipal Beatriz Rodrigues da Silva, promove a campanha “Doe um livro, espalhe conhecimento”. A iniciativa pretende arrecadar livros paradidáticos, especialmente para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. O objetivo é incentivar a leitura, o pensamento crítico e a reflexão dos menores.
O projeto vai até dia 30 de outubro e tem a expectativa de arrecadar 200 livros. Na capital os pontos de arrecadação são cinco: Sebrae – 401 Sul (em frente à Havan), Cacau Show – Palmas Shopping, Cacau Show – Shopping Capim Dourado, Cacau Show – Assaí Atacadista (em frente ao Parque do Bosque) e Escola Vagalume – Orla 14, na Graciosa.
A analista técnica do Sebrae Tocantins Antonia Gelma explica que a campanha reflete nos pequenos negócios ao fortalecer a comunidade local, gerar visibilidade e reputação positiva para empresas participantes, incentivar habilidades empreendedoras nas crianças e estimular a cultura de planejamento, organização e ação social, inspirando iniciativas semelhantes no ambiente de negócios. “O Sebrae atua como parceiro estratégico, por meio do Programa ALI Educação, oferecendo suporte na organização, divulgação e estruturação da campanha. A instituição contribui para fortalecer a conexão entre a escola e a comunidade, além de estimular a cultura empreendedora, incentivando a proatividade, o planejamento e a execução de ações sociais que proporcionem aprendizado e impacto positivo.” Esclarece.
Antonia também reforça que a ação promove cidadania, solidariedade e engajamento comunitário. “Por meio da ação podemos mostrar às crianças e à comunidade, o poder da educação e da colaboração social”, aposta. (Assessoria de Imprensa do Sebrae Tocantins)
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A CAPITAL

Justiça suspende pesquisa que apontava vantagem de Vicentinho e levanta suspeitas sobre irregularidades graves no Tocantins

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Uma decisão da Justiça Eleitoral acendeu um alerta no cenário político do Tocantins ao determinar a suspensão de uma pesquisa eleitoral que apontava vantagem do pré-candidato Vicentinho Alves na corrida pelo governo do estado.

A medida foi tomada após a identificação de fortes indícios de irregularidades e falta de transparência metodológica no levantamento divulgado por um instituto de pesquisa que vinha atuando no estado.

De acordo com a decisão judicial, foram constatadas inconsistências consideradas graves na documentação apresentada pelo instituto responsável pelo estudo. Entre os problemas apontados estão informações registradas antes mesmo da realização da coleta de dados, além da ausência de dados essenciais para auditoria técnica da pesquisa.

Essas falhas comprometem diretamente a confiabilidade do levantamento e motivaram a Justiça Eleitoral a determinar a suspensão da divulgação da pesquisa, justamente por entender que números sem respaldo metodológico adequado podem induzir o eleitor ao erro e interferir indevidamente no debate público.

Instituto tem pesquisas questionadas no Tocantins

A decisão também levanta questionamentos sobre outros levantamentos realizados pelo mesmo instituto no estado. Nos bastidores políticos, cresce a preocupação de que as inconsistências apontadas pela Justiça possam comprometer a credibilidade de todas as pesquisas conduzidas pela empresa no Tocantins.

O episódio ganhou ainda mais repercussão porque a pesquisa suspensa apresentava um cenário completamente diferente da tendência observada em outros levantamentos eleitorais.

Resultado destoava de outras pesquisas

O levantamento barrado pela Justiça era o único que apontava vantagem de Vicentinho na disputa pelo governo do estado.

Nos demais cenários divulgados por diferentes institutos, a tendência tem sido outra: a liderança consistente da senadora Professora Dorinha Seabra Rezende na corrida pelo Palácio Araguaia.

A discrepância entre os resultados aumentou o nível de questionamento sobre a metodologia utilizada no estudo suspenso, sobretudo diante das irregularidades identificadas no processo de registro da pesquisa.

Transparência é exigência legal

Especialistas em direito eleitoral lembram que a legislação brasileira exige que institutos de pesquisa apresentem detalhamento completo da metodologia, incluindo critérios de amostragem, perfil socioeconômico dos entrevistados, distribuição geográfica e período real de coleta dos dados.

Essas informações são fundamentais para garantir credibilidade estatística e transparência pública, evitando que levantamentos sem rigor técnico sejam utilizados como instrumento de influência política.

Episódio amplia debate sobre manipulação de pesquisas

Com a suspensão determinada pela Justiça, o caso reforça o debate sobre o uso político de pesquisas eleitorais e a necessidade de fiscalização rigorosa sobre institutos que atuam nesse mercado.

Em um ambiente pré-eleitoral cada vez mais sensível, decisões judiciais como essa buscam preservar a integridade do processo democrático e a confiança da população nas informações que circulam durante a formação do cenário eleitoral.

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