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Jarbas Meurer, do Sebrae Tocantins, é empossado como diretor financeiro da entidade nacional; representatividade nortista ganha força em momento estratégico para o Brasil e a Amazônia

Diretores da Região Norte assumem protagonismo na nova gestão da Abase

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ADMINISTRAÇÃO

A nova diretoria da Associação Brasileira dos Sebrae Estaduais (Abase), empossada nesta terça-feira, 08, em Vitória (ES), reforça o protagonismo da Região Norte no cenário nacional. Entre os eleitos para o mandato 2025/2027, está o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Tocantins, Jarbas Meurer, que assume a Diretoria Financeira da entidade.
A composição contempla ainda Rubens Magno, do Sebrae Pará, na Diretoria Institucional, ampliando a presença amazônida na liderança da Abase em um período estratégico para o País, especialmente diante da realização da COP 30, que ocorrerá em Belém (PA) ainda neste ano.
A cerimônia marcou o início oficial da nova gestão, reeleita por aclamação no último dia 5 de julho, em reunião virtual com a participação de 58 dirigentes estaduais do Sistema Sebrae. Também compõem a diretoria Anacleto Ortigara (presidente), Luiz Alberto Amorim (vice-presidente) e Rose Rainha (diretora técnica). O processo eleitoral foi conduzido por uma comissão coordenada por Fabiana Ribeiro, do Sebrae Minas Gerais.
Para Jarbas Meurer, a presença de lideranças nortistas na nova diretoria da Abase simboliza o fortalecimento da região nos debates nacionais sobre desenvolvimento sustentável. “Assumir a Diretoria Financeira da Abase é uma honra e, sobretudo, um compromisso com uma gestão equilibrada, que dialogue com os desafios do nosso tempo. Com a COP 30 se aproximando, a integração entre os Sebrae da Amazônia Legal se torna ainda mais crucial para impulsionar soluções que unam sustentabilidade, inovação e fortalecimento dos pequenos negócios”, destacou.
Rubens Magno, diretor-superintendente do Sebrae Pará e agora também diretor institucional da Abase, terá papel essencial no alinhamento da entidade à agenda climática e de desenvolvimento sustentável da COP 30. “A Amazônia está no centro das discussões globais, e nossa atuação institucional precisa estar à altura desse desafio. A Abase tem a oportunidade de se posicionar como protagonista no apoio às soluções sustentáveis que envolvam os pequenos negócios da região”, destacou.
O presidente reeleito da Abase, Anacleto Ortigara, também reforçou a importância da integração regional. “Estamos consolidando uma Abase que contempla todas as realidades do País e que reconhece o papel estratégico da Região Norte na economia verde e nas agendas de futuro”, afirmou.
A Abase representa os Sebrae Estaduais em todo o Brasil. A entidade promove articulação institucional, integração de estratégias e fortalecimento da governança do Sistema Sebrae. A nova gestão chega em um momento decisivo, com a Região Norte no centro do debate global sobre clima, biodiversidade e novos modelos de desenvolvimento. (Assessoria de imprensa do Sebrae Tocantins)
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A CAPITAL

O jogo é mais parecido do que parece. Copa do Mundo e Empreendedorismo

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Se tem um evento que para o planeta, é a Copa do Mundo. Desde 1930, quando tudo começou no Uruguai, seleções de diferentes culturas, estilos e histórias entram em campo em busca de um único objetivo: levantar a taça. Ao longo das décadas, a competição evoluiu, ganhou tecnologia, novas estratégias e virou um verdadeiro espetáculo global — não só de futebol, mas de planejamento, talento e superação.

Agora me diga: isso não parece muito com o mundo do empreendedorismo? Pois é, pode até parecer uma comparação inusitada, mas a verdade é que a Copa do Mundo e o empreendedorismo jogam no mesmo campo quando o assunto é estratégia, preparação e resultado.

Nenhuma seleção chega à Copa só com “vontade”, tirando as seleções anfitriãs. Existe um trabalho pesado antes: análise de adversários, definição de tática, escolha dos melhores jogadores e muito treino.

No empreendedorismo é igual. Antes de abrir ou crescer um negócio, o empreendedor precisa entender o mercado, conhecer seu cliente, estudar concorrência e montar um plano. Quem entra no jogo sem preparo, normalmente volta para a casa mais cedo, tanto na Copa quanto no mercado.

Na Copa, não adianta ter só um craque. Se o time não joga junto, não vai longe. No empreendedorismo, aquele mito do “empreendedor solitário” não se sustenta. Negócio de verdade precisa de equipe: gente que complementa, que executa, que pensa diferente. O sucesso não é individual, é coletivo.

Você já viu seleção considerada “mais fraca” derrotar gigante? Isso acontece direto na Copa.

Por quê? Estratégia.

No empreendedorismo, acontece o mesmo. Pequenas empresas conseguem disputar com grandes quando sabem se posicionar, inovar e se conectar com o cliente. Nem sempre vence quem tem mais recurso, muitas vezes vence quem pensa melhor. Durante o jogo, tudo pode mudar, uma lesão, um gol inesperado, uma expulsão e o jogo vira. No mercado, também. Mudança de comportamento do consumidor, crise, tecnologia nova, tudo pode alterar o rumo do negócio. O empreendedor que se adapta rápido continua jogando. Quem insiste no mesmo plano, corre o risco de ficar pelo caminho.

Quantas finais já foram decididas nos últimos minutos? Ou nos pênaltis?

Empreender é isso também: insistir quando parece que não vai dar, ajustar quando erra, levantar quando cai. Não é sobre nunca falhar, é sobre continuar jogando.

A Copa do Mundo é muito mais do que futebol. É uma aula prática de estratégia, gestão e trabalho em equipe. E o empreendedorismo bebe dessa mesma fonte. Então, da próxima vez que você estiver assistindo um jogo, pense além da bola rolando. Observe as decisões, o comportamento dos jogadores, a postura do time, pois ali tem muito aprendizado que pode ser levado direto para o seu negócio.

Porque no empreendedorismo, assim como na Copa, não ganha só quem joga bem, mas também ganha quem joga certo.

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Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP

 

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