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ADMINISTRAÇÃO

Diretrizes de Comunicação do Sistema Tribunais de Contas são apresentadas no I CNCTC

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ADMINISTRAÇÃO

O I Congresso Nacional de Comunicação dos Tribunais de Contas do país terminou, nesta quarta-feira (15/2). Depois de dois dias de palestras e painéis sobre o tema, foram apresentadas as Diretrizes de Comunicação do Sistema Tribunais de Contas. (clique aqui e veja as diretrizes)

De acordo com o presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Cezar Miola, a comunicação é instrumento essencial para a concretização do princípio republicano e defesa do regime democrático, em especial para o controle social. “Não podemos falar em controle social, se não contamos com um processo de comunicação efetivamente transparente, dialógico, que oportunize a participação cidadã nos temas de interesse da administração pública”, analisou Miola.

Por isso, ainda conforme o presidente da Atricon, as diretrizes procuram contribuir de maneira clara e objetiva com procedimentos que levem a uma ampliação da transparência pública no âmbito das Cortes de Contas: “e que sirvam também de referencial para o conjunto dos poderes, órgãos e entidades sujeitos à fiscalização dos tribunais de contas brasileiros”, concluiu o presidente da Atricon.

As Diretrizes de Comunicação do Sistema Tribunais de Contas foram apresentadas, como última atividade do I CNCTC, pelo coordenador do Grupo de Trabalho de Comunicação da Atricon, conselheiro do TCE/PE, Valdecir Pascoal, com a participação da presidente da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABC Pública), Alessandra Lessa, do presidente do TCE/SC, Herneus de Nadal, e mediação da jornalista da assessoria de comunicação da Atricon, Priscila Oliveira.

A jornalista explicou o funcionamento do GT de Comunicação da Atricon, fundamental na elaboração das diretrizes e também na divulgação de notícias oriundas das cortes de contas brasileiras. “Representantes dos setores de comunicação dos TCs e do Sistema Tribunais de Contas se reúnem semanalmente para mapear pautas com repercussão nacional, especialmente de estímulo às boas práticas realizadas por cada tribunal”, afirmou.

Pascoal relacionou as principais diretrizes formuladas esclarecendo que elas se baseiam nos resultados de pesquisas acadêmicas, na legislação relacionada à área, princípios definidos pela Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABC Pública), contribuições que resultam do conhecimento e da experiência dos integrantes das assessorias de comunicação dos órgãos de controle, representados no Grupo de Trabalho de Comunicação da Atricon, e nos debates gerados durante o l CNCTC.

Políticas de informação

Entre os vários assuntos abordados no Congresso, um deles foi o painel “Políticas de informação e comunicação digital”, ministrado pelo presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Marcelo Rech, na terça-feira (14), que destacou em sua fala, a defesa das fontes confiáveis. A mediação foi feita pelo conselheiro do TCE Pernambuco, Valdecir Pascoal, e pela assessora de comunicação do TCE Tocantins, Dhenia Gerhardt.

Congresso

O I CNCTC é uma promoção do TCE/SC, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), da Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) e do Instituto Rui Barbosa (IRB). Conta com o apoio da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert).

Fonte: TCE – TO

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A CAPITAL

O jogo é mais parecido do que parece. Copa do Mundo e Empreendedorismo

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Se tem um evento que para o planeta, é a Copa do Mundo. Desde 1930, quando tudo começou no Uruguai, seleções de diferentes culturas, estilos e histórias entram em campo em busca de um único objetivo: levantar a taça. Ao longo das décadas, a competição evoluiu, ganhou tecnologia, novas estratégias e virou um verdadeiro espetáculo global — não só de futebol, mas de planejamento, talento e superação.

Agora me diga: isso não parece muito com o mundo do empreendedorismo? Pois é, pode até parecer uma comparação inusitada, mas a verdade é que a Copa do Mundo e o empreendedorismo jogam no mesmo campo quando o assunto é estratégia, preparação e resultado.

Nenhuma seleção chega à Copa só com “vontade”, tirando as seleções anfitriãs. Existe um trabalho pesado antes: análise de adversários, definição de tática, escolha dos melhores jogadores e muito treino.

No empreendedorismo é igual. Antes de abrir ou crescer um negócio, o empreendedor precisa entender o mercado, conhecer seu cliente, estudar concorrência e montar um plano. Quem entra no jogo sem preparo, normalmente volta para a casa mais cedo, tanto na Copa quanto no mercado.

Na Copa, não adianta ter só um craque. Se o time não joga junto, não vai longe. No empreendedorismo, aquele mito do “empreendedor solitário” não se sustenta. Negócio de verdade precisa de equipe: gente que complementa, que executa, que pensa diferente. O sucesso não é individual, é coletivo.

Você já viu seleção considerada “mais fraca” derrotar gigante? Isso acontece direto na Copa.

Por quê? Estratégia.

No empreendedorismo, acontece o mesmo. Pequenas empresas conseguem disputar com grandes quando sabem se posicionar, inovar e se conectar com o cliente. Nem sempre vence quem tem mais recurso, muitas vezes vence quem pensa melhor. Durante o jogo, tudo pode mudar, uma lesão, um gol inesperado, uma expulsão e o jogo vira. No mercado, também. Mudança de comportamento do consumidor, crise, tecnologia nova, tudo pode alterar o rumo do negócio. O empreendedor que se adapta rápido continua jogando. Quem insiste no mesmo plano, corre o risco de ficar pelo caminho.

Quantas finais já foram decididas nos últimos minutos? Ou nos pênaltis?

Empreender é isso também: insistir quando parece que não vai dar, ajustar quando erra, levantar quando cai. Não é sobre nunca falhar, é sobre continuar jogando.

A Copa do Mundo é muito mais do que futebol. É uma aula prática de estratégia, gestão e trabalho em equipe. E o empreendedorismo bebe dessa mesma fonte. Então, da próxima vez que você estiver assistindo um jogo, pense além da bola rolando. Observe as decisões, o comportamento dos jogadores, a postura do time, pois ali tem muito aprendizado que pode ser levado direto para o seu negócio.

Porque no empreendedorismo, assim como na Copa, não ganha só quem joga bem, mas também ganha quem joga certo.

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Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP

 

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