ADMINISTRAÇÃO
Francisco Costa (Xikym) Preside Sessão Plenária do Conselho Federal de Administração (CFA)
ADMINISTRAÇÃO
Na última sexta-feira, 6, o administrador tocantinense Francisco Costa, mais conhecido como Xikym, assumiu a presidência da sessão plenária do Conselho Federal de Administração (CFA), em Brasília. O evento contou com a participação de conselheiros federais de todo o Brasil e foi marcado por discussões sobre temas fundamentais para a profissão de administrador no país.
Durante a sessão, foram abordados assuntos de extrema relevância para os profissionais da área e para o desenvolvimento da administração no Brasil. O CFA, órgão normativo, orientador e fiscalizador da profissão, segue reafirmando seu compromisso com a qualidade e ética no exercício da administração em todo o território nacional.
O encontro também reforçou o papel da entidade na promoção de transparência e governança no setor, além de destacar a importância da administração como ciência fundamental para o crescimento sustentável das organizações e da sociedade como um todo.
Xikym, com sua experiência e liderança, se mostrou honrado em presidir a mesa diretiva da sessão, destacando o significado do momento para a profissão e para o próprio Conselho. Em suas palavras, ele enfatizou: “Assumir a presidência da mesa diretiva da sessão plenária do CFA é uma honra, é muito gratificante contribuir com a defesa e valorização da profissão no Brasil ladeado dos demais conselheiros federais de todo país.”
O evento teve grande repercussão, sendo considerado mais um marco na trajetória de Xikym e na contínua valorização da administração enquanto profissão estratégica para o país. Durante a semana de reuniões, a pauta também discutiu a necessidade de fortalecer o papel do CFA como referência em governança e boas práticas profissionais, elementos essenciais para o progresso das organizações.
Ao final da sessão, ficou claro o compromisso de todos os envolvidos em consolidar cada vez mais a administração como um pilar para o desenvolvimento econômico, social e institucional do Brasil.
A CAPITAL
O jogo é mais parecido do que parece. Copa do Mundo e Empreendedorismo
Se tem um evento que para o planeta, é a Copa do Mundo. Desde 1930, quando tudo começou no Uruguai, seleções de diferentes culturas, estilos e histórias entram em campo em busca de um único objetivo: levantar a taça. Ao longo das décadas, a competição evoluiu, ganhou tecnologia, novas estratégias e virou um verdadeiro espetáculo global — não só de futebol, mas de planejamento, talento e superação.
Agora me diga: isso não parece muito com o mundo do empreendedorismo? Pois é, pode até parecer uma comparação inusitada, mas a verdade é que a Copa do Mundo e o empreendedorismo jogam no mesmo campo quando o assunto é estratégia, preparação e resultado.
Nenhuma seleção chega à Copa só com “vontade”, tirando as seleções anfitriãs. Existe um trabalho pesado antes: análise de adversários, definição de tática, escolha dos melhores jogadores e muito treino.
No empreendedorismo é igual. Antes de abrir ou crescer um negócio, o empreendedor precisa entender o mercado, conhecer seu cliente, estudar concorrência e montar um plano. Quem entra no jogo sem preparo, normalmente volta para a casa mais cedo, tanto na Copa quanto no mercado.
Na Copa, não adianta ter só um craque. Se o time não joga junto, não vai longe. No empreendedorismo, aquele mito do “empreendedor solitário” não se sustenta. Negócio de verdade precisa de equipe: gente que complementa, que executa, que pensa diferente. O sucesso não é individual, é coletivo.
Você já viu seleção considerada “mais fraca” derrotar gigante? Isso acontece direto na Copa.
Por quê? Estratégia.
No empreendedorismo, acontece o mesmo. Pequenas empresas conseguem disputar com grandes quando sabem se posicionar, inovar e se conectar com o cliente. Nem sempre vence quem tem mais recurso, muitas vezes vence quem pensa melhor. Durante o jogo, tudo pode mudar, uma lesão, um gol inesperado, uma expulsão e o jogo vira. No mercado, também. Mudança de comportamento do consumidor, crise, tecnologia nova, tudo pode alterar o rumo do negócio. O empreendedor que se adapta rápido continua jogando. Quem insiste no mesmo plano, corre o risco de ficar pelo caminho.
Quantas finais já foram decididas nos últimos minutos? Ou nos pênaltis?
Empreender é isso também: insistir quando parece que não vai dar, ajustar quando erra, levantar quando cai. Não é sobre nunca falhar, é sobre continuar jogando.
A Copa do Mundo é muito mais do que futebol. É uma aula prática de estratégia, gestão e trabalho em equipe. E o empreendedorismo bebe dessa mesma fonte. Então, da próxima vez que você estiver assistindo um jogo, pense além da bola rolando. Observe as decisões, o comportamento dos jogadores, a postura do time, pois ali tem muito aprendizado que pode ser levado direto para o seu negócio.
Porque no empreendedorismo, assim como na Copa, não ganha só quem joga bem, mas também ganha quem joga certo.
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Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP
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