ADMINISTRAÇÃO
Francisco Costa (Xikym) Representa o Conselho Federal de Administração (CFA) no Conselhão em Brasília
ADMINISTRAÇÃO
Na manhã de terça-feira, 17, o administrador Francisco Almeida Costa, conhecido como Xikym, participou do Fórum dos Conselhos Federais das Profissões Regulamentadas, o Conselhão, realizado em Brasília. Xikym, atual diretor de Administração e Finanças do Conselho Federal de Administração (CFA), esteve presente ao lado de representantes de 32 diferentes profissões regulamentadas no Brasil, discutindo questões de relevância nacional para a classe.
Em sua fala, Xikym destacou a importância da união entre as profissões regulamentadas. “O Conselhão representa a união das profissões. A atuação conjunta representa a força das profissões no Brasil”, afirmou. Para ele, a participação do CFA no evento é essencial não apenas para a valorização dos profissionais de Administração, mas também para o fortalecimento de estratégias em defesa das categorias profissionais. “A participação do CFA no Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas é muito importante para a valorização dos profissionais de Administração e oportuniza ações estratégicas em prol da defesa e valorização das profissões”, completou.
O diretor ainda expressou seu orgulho em representar os profissionais de Administração no evento. “Sinto-me lisonjeado pela oportunidade de representar, mais uma vez, o Conselho Federal de Administração (CFA) e, os ADM, no Fórum dos Conselhos Federais das Profissões Regulamentadas (Conselhão), em Brasília”, disse Xikym.
Durante o fórum, diversos temas foram discutidos, incluindo a minuta de um acordo de cooperação técnica com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) relacionado à Resolução CNJ nº 547/2024. O evento proporcionou uma plataforma importante para a troca de ideias e o fortalecimento do papel das profissões regulamentadas no cenário nacional.
A CAPITAL
O jogo é mais parecido do que parece. Copa do Mundo e Empreendedorismo
Se tem um evento que para o planeta, é a Copa do Mundo. Desde 1930, quando tudo começou no Uruguai, seleções de diferentes culturas, estilos e histórias entram em campo em busca de um único objetivo: levantar a taça. Ao longo das décadas, a competição evoluiu, ganhou tecnologia, novas estratégias e virou um verdadeiro espetáculo global — não só de futebol, mas de planejamento, talento e superação.
Agora me diga: isso não parece muito com o mundo do empreendedorismo? Pois é, pode até parecer uma comparação inusitada, mas a verdade é que a Copa do Mundo e o empreendedorismo jogam no mesmo campo quando o assunto é estratégia, preparação e resultado.
Nenhuma seleção chega à Copa só com “vontade”, tirando as seleções anfitriãs. Existe um trabalho pesado antes: análise de adversários, definição de tática, escolha dos melhores jogadores e muito treino.
No empreendedorismo é igual. Antes de abrir ou crescer um negócio, o empreendedor precisa entender o mercado, conhecer seu cliente, estudar concorrência e montar um plano. Quem entra no jogo sem preparo, normalmente volta para a casa mais cedo, tanto na Copa quanto no mercado.
Na Copa, não adianta ter só um craque. Se o time não joga junto, não vai longe. No empreendedorismo, aquele mito do “empreendedor solitário” não se sustenta. Negócio de verdade precisa de equipe: gente que complementa, que executa, que pensa diferente. O sucesso não é individual, é coletivo.
Você já viu seleção considerada “mais fraca” derrotar gigante? Isso acontece direto na Copa.
Por quê? Estratégia.
No empreendedorismo, acontece o mesmo. Pequenas empresas conseguem disputar com grandes quando sabem se posicionar, inovar e se conectar com o cliente. Nem sempre vence quem tem mais recurso, muitas vezes vence quem pensa melhor. Durante o jogo, tudo pode mudar, uma lesão, um gol inesperado, uma expulsão e o jogo vira. No mercado, também. Mudança de comportamento do consumidor, crise, tecnologia nova, tudo pode alterar o rumo do negócio. O empreendedor que se adapta rápido continua jogando. Quem insiste no mesmo plano, corre o risco de ficar pelo caminho.
Quantas finais já foram decididas nos últimos minutos? Ou nos pênaltis?
Empreender é isso também: insistir quando parece que não vai dar, ajustar quando erra, levantar quando cai. Não é sobre nunca falhar, é sobre continuar jogando.
A Copa do Mundo é muito mais do que futebol. É uma aula prática de estratégia, gestão e trabalho em equipe. E o empreendedorismo bebe dessa mesma fonte. Então, da próxima vez que você estiver assistindo um jogo, pense além da bola rolando. Observe as decisões, o comportamento dos jogadores, a postura do time, pois ali tem muito aprendizado que pode ser levado direto para o seu negócio.
Porque no empreendedorismo, assim como na Copa, não ganha só quem joga bem, mas também ganha quem joga certo.
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Bruno Vieira é Professor, pós-graduado em Gestão do Desenvolvimento Humano nas Organizações, Gerente da Unidade de Articulação e Competitividade – UAC do Sebrae Tocantins, Vice-Presidente da Região Norte da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE e Presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Econômico de Palmas – CIDEP