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Seleção levará 22 empresários tocantinenses à Canton Fair 2025, maior feira multissetorial do mundo, com subsídio de 50% no custo da missão internacional

Sebrae Tocantins abre seleção para empresários participarem da maior feira de negócios do mundo na China

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O Sebrae Tocantins lançou um edital para selecionar 22 empresários interessados em participar da Canton Fair 2025, considerada a maior feira multissetorial de comércio internacional, que será realizada de 9 a 19 de outubro de 2025, em Guangzhou, na China.

Reconhecida como um polo de oportunidades comerciais globais, a Canton Fair reúne milhares de fabricantes, compradores e investidores, com forte presença em setores estratégicos como eletrônicos, energia limpa, automação, têxteis, mobiliário e tecnologia de ponta.

O pacote empresarial terá subsídio de 50% oferecido pelo Sebrae Tocantins, o valor cai para R$ 22.800,00, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes no cartão de crédito.

As inscrições estão abertas de 25 de agosto a 8 de setembro de 2025, exclusivamente para micro e pequenas empresas (ME e EPP) sediadas no Tocantins.
Documentação e ficha de inscrição devem ser enviadas para o e-mail: [email protected]. Confira abaixo o edital.

Edital 001.2025 – CANTON FAIR

O gerente do Sebrae Tocantins, Amaggeldo Barbosa, afirma que a missão vai muito além de uma viagem de negócios. Segundo ele, a Canton Fair é um portal para oportunidades globais, o que permite permitindo que nossos empresários negociem diretamente com fabricantes, conheçam novidades tecnológicas e fortaleçam sua competitividade. Estamos falando de ampliar horizontes, reduzir custos e criar conexões sólidas com parceiros internacionais. Esse movimento é fundamental para o desenvolvimento sustentável e para posicionar o Tocantins no mapa do comércio mundial”, destacou.

Segundo Barbosa, o Sebrae Tocantins projeta que empresas locais possam gerar contratos expressivos já nos primeiros meses pós-evento, além de consolidarem novas linhas de produtos e tecnologias importadas.

Impacto econômico global e potencial para o Tocantins

A edição de outono de 2024 registrou recorde de 253 mil compradores estrangeiros de 214 países e regiões, com volume de negócios pretendidos de US$ 24,95 bilhões. Somando as edições presencial e online da primavera, o faturamento ultrapassou US$ 27,7 bilhões no ano passado.

Além disso, Guangzhou, cidade sede da feira, movimentou 1,12 trilhão de yuans (US$ 155 bilhões) em comércio exterior em 2024, com exportações crescendo 7,8% no período. Esses números evidenciam o potencial da Canton Fair como porta de entrada para mercados globais e plataformas de inovação para empresas de todos os portes.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias do Tocantins – ASN/TO
Central de Relacionamento: 0800 570 0800
Whatsapp do Sebrae: (63) 9 9971-2198
Assessoria de Imprensa: (63) 9 9968-4366
www.to.agenciasebrae.com.br
www.sebrae.com.br/tocantins
Facebook: @sebraetocantins
Instagram e Twitter: @sebraeto

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Com SEBRAE na COP30: Capim Dourado do Tocantins brilha e reforça protagonismo da bioeconomia sustentável

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Sebrae promove protagonismo de artesãs tocantinenses e destaca o papel dos pequenos negócios na bioeconomia sustentável durante a maior conferência climática do mundo

O dourado que nasce nas veredas do Jalapão agora reflete sob a luz da COP30. O Capim Dourado, símbolo do Tocantins e da resistência cultural das comunidades tradicionais do estado, ganhou espaço de destaque na Green Zone da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em Belém (PA) entre os dias 10 e 21 deste mês.

A presença das artesãs tocantinenses, com apoio do Sebrae, é mais do que uma exposição de produtos: é uma demonstração de como a bioeconomia sustentável pode transformar vidas, preservar o meio ambiente e gerar desenvolvimento local. As peças, feitas à mão por mulheres de comunidades do Jalapão, são reconhecidas nacional e internacionalmente pela beleza e pela técnica artesanal, que une tradição e inovação.


Bioeconomia em evidência na agenda mundial

Durante o evento, que reúne chefes de Estado, ambientalistas, cientistas e lideranças empresariais de todo o mundo, o Sebrae vem reforçando a importância dos pequenos negócios na transição para uma economia verde.

O espaço do Sebrae na Green Zone apresenta ao público iniciativas de diferentes regiões do Brasil que exploram o potencial econômico da natureza de forma sustentável. No caso do Tocantins, o Capim Dourado é o grande protagonista, representando uma cadeia produtiva que envolve dezenas de comunidades e gera renda para centenas de famílias.

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o trabalho das artesãs tocantinenses é um símbolo do poder transformador do empreendedorismo local.

“O Capim Dourado é um exemplo de como a bioeconomia pode unir tradição e sustentabilidade, garantindo renda e dignidade a centenas de famílias. É um belíssimo trabalho do Sebrae Tocantins sendo apresentado ao mundo”, afirmou.

Além da Green Zone, o Sebrae participa de outros espaços estratégicos da COP30, como a Casa Brasil e a Enzone, áreas que reúnem experiências, debates e exposições sobre inovação, economia verde e desenvolvimento regional.

“O Sebrae marca presença em uma agenda diversificada dentro do evento, com painéis, estandes e espaços de colaboração voltados à discussão sobre meio ambiente, clima e desenvolvimento sustentável”, acrescentou Décio.


Tradição que gera renda e preserva a natureza

O Capim Dourado é uma planta nativa típica do Jalapão, uma das regiões mais preservadas e bonitas do Tocantins. Utilizado há gerações por comunidades tradicionais, o material é colhido de forma controlada e sustentável, respeitando os períodos naturais de crescimento e garantindo a preservação do ecossistema local.

Hoje, o artesanato com Capim Dourado é uma das principais fontes de renda das comunidades quilombolas e ribeirinhas do Jalapão. O Sebrae atua junto a essas artesãs oferecendo capacitação, apoio técnico, acesso a mercados e estímulo à formalização, permitindo que o trabalho artesanal se transforme em um modelo sustentável de empreendedorismo.

Segundo o analista técnico do Sebrae Tocantins, Wandemberg Rodrigues, a presença das artesãs na COP30 reforça a importância da inclusão dos pequenos negócios na agenda global do clima.

“Os pequenos negócios também são parte essencial da engrenagem econômica. O que está sendo discutido na COP da Amazônia impacta diretamente o desenvolvimento deles. A sustentabilidade não se constrói apenas com grandes acordos, mas também com o trabalho de quem vive e produz na Amazônia”, destacou.


Tocantins: um estado estratégico na economia verde

Com uma das maiores biodiversidades do país e um potencial imenso para a geração de energia limpa, turismo ecológico e produção sustentável, o Tocantins vem se consolidando como referência na economia de baixo carbono. Iniciativas como o fortalecimento das cadeias do babaçu, do mel e do capim dourado mostram que o estado aposta na valorização dos recursos naturais como vetor de desenvolvimento.

A atuação do Sebrae tem sido determinante nesse processo. Por meio de programas voltados à bioeconomia e inovação social, a instituição estimula o crescimento de negócios sustentáveis, conectando o empreendedor local às demandas de um mercado cada vez mais consciente e exigente.

Na COP30, esse trabalho se materializa em forma de reconhecimento: o artesanato tocantinense não apenas encanta os visitantes, mas inspira debates sobre como o conhecimento tradicional pode ser uma solução concreta para os desafios climáticos globais.


Mulheres que transformam o território

Grande parte das peças expostas na COP é resultado do trabalho de artesãs de comunidades do Jalapão, que aprenderam o ofício com mães e avós e hoje lideram associações e cooperativas. Com o apoio do Sebrae, essas mulheres vêm ampliando suas redes de comercialização e conquistando espaço em feiras nacionais e internacionais.

Mais do que gerar renda, o artesanato com Capim Dourado representa empoderamento feminino, autonomia e preservação cultural. Cada peça carrega uma história — de luta, de pertencimento e de respeito à natureza.

“A gente aprendeu com nossas mães a trabalhar o Capim Dourado. Hoje, com o apoio do Sebrae, conseguimos vender para fora, mostrar o que o Tocantins tem de mais bonito e sustentável”, relata uma das artesãs participantes, em depoimento durante a feira.


O futuro é sustentável e inclusivo

Ao promover o Capim Dourado e os pequenos negócios do Tocantins na COP30, o Sebrae mostra que o futuro da economia brasileira passa pela valorização do que é local, natural e humano.

A bioeconomia, quando aliada ao conhecimento tradicional, tem o poder de unir desenvolvimento e sustentabilidade, fortalecendo comunidades e preservando o meio ambiente. O Tocantins, com sua cultura vibrante e suas riquezas naturais, desponta como um exemplo vivo de que é possível crescer sem destruir.

O brilho do Capim Dourado, agora refletido nos olhos do mundo, simboliza um novo tempo — em que a economia e a natureza caminham lado a lado, com protagonismo das mãos que moldam o futuro: as mãos das artesãs tocantinenses.

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